A agenda do dia reúne novos dados sobre o mercado de trabalho no Brasil e expectativas em torno da política monetária dos Estados Unidos. No exterior, o petróleo também segue no radar, em meio às incertezas sobre o Estreito de Ormuz.
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- 🔎 A situação é acompanhada de perto pelos mercados porque o Estreito de Ormuz é uma importante rota para o transporte de petróleo. O fluxo pela região caiu para cerca de 5 milhões de barris por dia, ante aproximadamente 20 milhões antes da guerra.
Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
Os preços do petróleo avançavam nesta quinta-feira (27), após terem recuado mais cedo, em meio à incerteza sobre as negociações entre Irã e Omã para definir as condições de navegação no Estreito de Ormuz.
O primeiro-ministro do Catar, Sheikh Mohammed bin Abdulrahman Al Thani, foi a Teerã nesta quinta-feira para tentar retomar as negociações e reduzir as tensões. O país atua como mediador informal entre Irã e EUA e participou da negociação de um cessar-fogo em junho.
As conversas envolvem uma proposta para criar temporariamente um corredor marítimo entre Irã e Omã pelo estreito e realizar um projeto conjunto para retirar minas da hidrovia.
Apesar de a Guarda Revolucionária iraniana ter afirmado que houve um acordo, uma fonte de alto escalão disse que os detalhes ainda estão sendo negociados.
Em Wall Street, os mercados caminham para uma abertura mais contida nesta sexta-feira, após a alta da véspera impulsionada pela previsão de resultados da Nvidia e pelo maior interesse em empresas ligadas à inteligência artificial.
Agora, os investidores aguardam o discurso do presidente do Federal Reserve (Fed), Kevin Warsh, no simpósio de Jackson Hole.
Por volta das 10h (horário de Brasília), os contratos que indicam o desempenho esperado dos principais índices apontavam alta de 0,18% para o Dow Jones e de 0,10% para o S&P 500, enquanto o Nasdaq recuava 0,12%.
O índice STOXX 600 subia 0,53%. Em Londres, o FTSE 100 avançava 0,53%; em Frankfurt, o DAX ganhava 0,68%; e, em Paris, o CAC 40 tinha alta de 1,06%.
Na Ásia, as bolsas fecharam majoritariamente em baixa. As perdas nos setores de biotecnologia e fabricação de chips superaram os ganhos das empresas ligadas a commodities.
Em Xangai, o SSEC caiu 0,11%, aos 3. 952 pontos, e o CSI300 recuou 0,46%, aos 4. 609 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng subiu 0,07%, aos 25. 584 pontos, enquanto, em Tóquio, o Nikkei avançou 0,40%, aos 66.
* Com informações da agência de notícias Reuters.