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Economia Revisado por ULTRA AI

Dívida Pública sobe 0,22% em julho e supera R$ 9,2 trilhões

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Economia — imagem padrão

Por meio da apropriação de juros, o governo reconhece, mês a mês, a correção dos juros que incide sobre os títulos e incorpora o valor ao estoque da dívida pública.

Com a Taxa Selic (juros básicos da economia) em 14% ao ano, a apropriação de juros pressiona o endividamento do governo.

Com o vencimento de títulos prefixados, a composição da DPF variou da seguinte forma de junho para julho.

Títulos vinculados a Selic: 49,32% para 51,11%.

Títulos corrigidos pela inflação: 25,9% para 26,02%.

Títulos prefixados: 21,04% para 19,22%.

Revisado nesta quarta-feira, o PAF prevê que os títulos encerrarão o ano nos seguintes intervalos.

Normalmente, os papéis prefixados (com taxas definidas no momento da emissão) indicam mais previsibilidade para a dívida pública, porque as taxas são definidas com antecedência.

No entanto, em momentos de instabilidade no mercado financeiro, as emissões caem porque os investidores pedem juros muito altos, que comprometeria a administração da dívida do governo.

Em relação aos papéis vinculados à Selic (juros básicos da economia), esses títulos estão atraindo o interesse dos compradores por causa dos juros altos definidos pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom).

A dívida cambial é composta por antigos títulos da dívida interna corrigidos em dólar e pela dívida externa.

O prazo médio da DPF subiu de 4,01 para 4,05 anos. O Tesouro só fornece a estimativa em anos, não em meses. Esse é o intervalo médio em que o governo leva para renovar (refinanciar) a dívida pública.

Prazos maiores indicam mais confiança dos investidores na capacidade do governo de honrar os compromissos.

A composição dos detentores da Dívida Pública Federal interna ficou a seguinte.

Instituições financeiras: 31,35% do estoque.

Não-residentes (estrangeiros): 9,82%.

Com a maior tensão no mercado financeiro em julho, com a guerra no Oriente Médio, a participação dos não residentes (estrangeiros) caiu em relação a junho, quando estava em 9,95%.

Quanto maior a fatia de estrangeiros na dívida interna, maior a confiança no Brasil.

Por meio da dívida pública, o governo pega dinheiro emprestado dos investidores para honrar compromissos financeiros. Em troca, compromete-se a devolver os recursos depois de alguns anos, com alguma correção, que pode seguir a taxa Selic (juros básicos da economia), a inflação, o dólar ou ser prefixada (definida com antecedência).

Em números

  • Dívida Pública sobe 0,22% em julho e supera R$ 9,2 trilhões

Fontes

Informação baseada em material público de Agência Brasil, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • Agência Brasillink

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