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Economia Revisado por ULTRA AI

Datafolha: Cleitinho tem 32% e abre vantagem na disputa pelo governo de MG

Senador abre vantagem no primeiro levantamento após o início oficial da campanha; disputa pelo segundo lugar segue embolada

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Economia — imagem padrão

O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) começa a campanha oficial para o governo de Minas Gerais mantendo a liderança que havia consolidado ao longo do início no ano, mesmo com idas e vindas de sua candidatura.

É o que mostra a pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (21), que traz o senador com 32% das intenções de voto no primeiro turno.

Na sequência aparece Patrus Ananias (PT) e Alexandre Kalil (PDT), ambos ex-prefeitos de Belo Horizonte, aparecem empatados com 12%, apontando uma incerteza sobre quem seguiria a disputa com Cleitinho no segundo turno.

Mateus Simões (PSD), atual governador, Flávio Roscoe (PL) e Gabriel Azevedo (MDB) têm 4% cada. Túlio Lopes (PCB) registra 2%. Rafael Duda (PSTU), Ben Mendes (Missão) e Indira Xavier (UP) aparecem com 1%, enquanto Henrique Áreas (PCO) não pontuou.

Brancos e nulos somam 14%, e 13% dos entrevistados ainda não sabem em quem votar.

Datafolha: Lula tem 47% e Flávio Bolsonaro, 43%, em eventual segundo turno.

Diferença de quatro pontos coloca os dois no limite do empate técnico; no primeiro turno, petista marca 39% e senador, 33%.

Datafolha: Tarcísio tem 45% e Haddad, 27%, na disputa pelo governo de SP.

Primeira pesquisa do instituto após o início oficial da campanha mostra governador 18 pontos à frente do petista e vantagem também no segundo turno.

O resultado coloca Cleitinho em posição confortável justamente depois de uma pré-campanha marcada por dúvidas sobre sua participação na eleição.

O que pesou para o Republicanos desistir do veto à candidatura de Cleitinho em Minas.

O senador anunciou que não disputaria o governo, reconsiderou a decisão e enfrentou resistência dentro do Republicanos antes de conseguir a autorização definitiva para concorrer.

A indefinição teve efeitos sobre a montagem dos palanques no estado e contribuiu para a fragmentação da direita mineira.

O PL, que chegou a negociar uma composição em torno de Cleitinho, terminou lançando Flávio Roscoe ao governo. Mesmo assim, o senador declarou apoio a Flávio Bolsonaro na disputa presidencial.

No campo governista, a definição também veio tarde. Lula tentou atrair Rodrigo Pacheco (PSB) para a eleição estadual, mas, após sucessivas recusas do senador, o PT lançou Patrus Ananias.

Cleitinho declara apoio a Flávio Bolsonaro e contraria neutralidade do Republicanos.

Minas voltou, assim, a ter uma disputa pulverizada, com diferentes candidaturas tentando se conectar às campanhas presidenciais. O estado ocupa posição estratégica na campanha nacional por reunir cerca de 10% do eleitorado brasileiro e ser o segundo maior colégio eleitoral do país.

O estado também recebe atenção especial dos presidenciáveis por seu histórico recente: desde a redemocratização, todos os candidatos que venceram a eleição presidencial também terminaram na frente entre os eleitores mineiros.

Foram ouvidos 1. 204 eleitores entre terça-feira (18) e quinta-feira (20). A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

A pesquisa, contratada pela Folha de S. Paulo e pela TV Globo, está registrada sob o código MG-00446/2026.

Fontes

Informação baseada em material público de InfoMoney, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

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