O hatch compacto também ganhou novo visual e uma central multimídia maior.
Por fora, as mudanças são sutis e aparecem principalmente na dianteira. A grade de entrada de ar está mais fina, e há mais plástico preto fosco, que agora sobe a partir do para-choques e reduz o destaque dos faróis.
No modelo anterior, eles eram envolvidos pela pintura na cor da carroceria.
Outro detalhe é o logo atualizado da Renault. Ele segue o padrão já adotado em Boreal, Koleos e Kardian. Nesses modelos, o emblema tem linhas mais finas e abre mão do losango com preenchimento interno.
Internamente, as mudanças são mais visíveis.
A central multimídia passa de 8 para 10,1 polegadas, deixa o centro do console e passa a ficar no topo, integrada ao painel de instrumentos;O painel de instrumentos ganha uma tela maior, colorida e personalizável;O volante passa a ter botões para controlar a mídia e personalizar as informações exibidas no painel digital.
O porta-malas continua com 290 litros, capacidade que o coloca à frente dos 200 litros do Fiat Mobi e atrás dos 310 litros do Citroën C3. O porte e o motor do novo Kwid também seguem inalterados (veja a ficha técnica abaixo).
O consumo, porém, mudou conforme o cenário. A diferença é bastante pequena, mas, na cidade, o novo Kwid faz.
Gasolina: 14,7 km/l, contra 14,4 km/l;Etanol: 10,2 km/l, contra 10,4 km/l.
Mesmo com preços mais baixos, os carros de entrada não vendem tanto. Entre janeiro e julho de 2026, dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) mostram que esses modelos responderam por menos de 10% das vendas de carros zero quilômetro no país.
Em números
- Gasolina: 14,7 km/l, contra 14,4 km/l;Etanol: 10,2 km/l, contra 10
- Carro zero mais barato do Brasil, preço do Renault Kwid cai quase R$ 12 mil e parte de R$ 71
Fontes
Informação baseada em material público de G1 Economia, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.