Candidatos e nomes ligados à direita recorreram à expressão “pizza” nesta terça-feira, 15, para reagir ao encerramento da sessão extraordinária do Supremo Tribunal Federal (STF) após pedido de vista de Flávio Dino.
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Renan Santos (Missão) classificou o resultado como uma “pizza horrorosa”. Guto Zacarias (MBL-SP) afirmou que o julgamento “deu em pizza” e Nikolas Ferreira (PL-MG) questionou se o caso terminaria da mesma forma.
O STF encerrou a sessão desta terça-feira sem decidir sobre o mérito do pedido de investigação envolvendo Alexandre de Moraes. Antes do pedido de vista de Flávio Dino, o placar estava em 4 a 3 contra a questão de ordem apresentada por Gilmar Mendes, que propôs analisar conjuntamente o caso de Moraes e a ação sobre André Mendonça, além de redistribuir a relatoria.
Dino havia votado a favor da proposta, o que levaria o placar a 4 a 4, mas seu voto deixou de ser contabilizado após o pedido de vista. Com isso, o julgamento foi suspenso.
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Sessão sobre possível investigação de Moraes terminou sem decisão, após embates entre ministros e pedido de vista de Flávio Dino.
Guto Zacarias, candidato a deputado federal pelo MBL-SP, também associou diretamente o pedido de vista ao desfecho que criticava. “Deu em pizza: Flávio Dino pede vista do julgamento”, escreveu no X.
Na mesma publicação, Zacarias acusou Dino de pedir vista para “sentar em cima do processo e salvar Moraes da investigação”.
Nikolas Ferreira também utilizou a expressão em vídeo publicado no X. Após criticar a condução da sessão e integrantes do Supremo, questionou: “O que que vai acontecer.
O deputado afirmou que sua “paciência acabou” depois de seis horas de sessão e dirigiu ataques a Moraes, Dino, Gilmar Mendes e ao procurador-geral da República, Paulo Gonet.
Ronaldo Caiado (PSD), candidato à Presidência, não usou a expressão “pizza”, mas também fez uma avaliação negativa do julgamento. “A sessão no STF expôs o limite do insustentável, e não podemos nos calar diante do que vimos hoje.
O bate-boca entre ministros e o espetáculo degradante constrangem o País”, escreveu no X.
Caiado afirmou ainda que a Corte teria perdido o rumo e disse que o País não poderia continuar “refém da instabilidade”. “O Brasil precisa e vai voltar a ter ordem”, declarou.
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