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SUS ganha política de saúde integral para população quilombola

O SUS terá uma nova política de saúde para comunidades quilombolas. A medida visa combater o racismo e garantir equidade no atendimento.

2 min de leitura
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O Sistema Único de Saúde terá agora uma Política Nacional de Saúde Integral da População Quilombola para superar as barreiras estruturais de acesso à saúde de mais de 1,3 milhão de quilombolas no país.

Para o Ministério da Saúde, a nova política legitima a luta histórica dos quilombolas por reconhecimento, combate ao racismo e a promoção da equidade em saúde.

As ações devem ser compartidas entre estados, municípios e a União para garantir o direito à saúde e melhoria da qualidade de vida desta população tradicional.

Para a Conaq, a Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas, a expectativa é que a política possa acolher e cuidar das comunidades com respeito à sua história e aos saberes ancestrais.

Segundo o movimento social, as principais dificuldades são decorrentes da escassez de saneamento básico, água tratada, equipes de saúde da família e diagnóstico precoce.

A Política Nacional de Saúde Integral da População Quilombola foi criada com participação da sociedade a partir de contribuições vindas de consulta pública, das conferências de saúde e de recomendação do Conselho Nacional de Saúde.

O próximo passo é a construção de um plano operativo nacional que definirá prioridades, ações, metas, indicadores e responsabilidades de gestores.

As ações na área da saúde vão se somar às políticas já existentes de gestão territorial e ambiental quilombola e de educação escolar quilombola, também desenvolvidas em nível federal.

Em números

  • A População Quilombola para superar as barreiras estruturais de acesso à saúde de mais de 1,3 milhão de quilombolas no país

Fontes consultadas

  • Radioagência Nacionallink

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