Os dados fazem parte de um monitoramento realizado pela SaferNet Brasil, com base em denúncias anônimas registradas no site da organização.
A pesquisa mostra crescimento acentuado a partir de 2022 e pico histórico de denúncias em julho de 2026. A relação completa dos endereços foi entregue às autoridades para fins de investigação.
Thiago Tavares, presidente da SaferNet, aponta a expectativa de fiscalização por parte da Agência Nacional de Proteção de Dados, a partir de legislações como o Estatuto da Criança e do Adolescente Digital, o Marco Civil da Internet e a Lei Geral de Proteção de Dados.
A Agência Nacional de Proteção de Dados informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que prepara uma resposta ao levantamento entregue pela SaferNet.
Fontes
Informação baseada em material público de Radioagência Nacional, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.