A produção industrial brasileira teve alta de 0,2% em julho na comparação com o mês anterior, interrompendo dois meses consecutivos de queda.
Em relação a julho de 2025, a indústria recuou 0,5%.
O acumulado no ano tem expansão de 1,1%, enquanto nos últimos 12 meses avançou 0,6%.
No índice de julho, de acordo com André Macedo, gerente da pesquisa, três das quatro grandes categorias econômicas e 13 das 25 atividades industriais pesquisadas registraram avanço na produção.
As influências positivas mais importantes foram assinaladas por equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos, produtos alimentícios e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis, com todas interrompendo dois meses consecutivos de queda na produção.
Nestas atividades, os destaques positivos vieram de eletrodomésticos da linha marrom, açúcares e derivados da soja, e o álcool", diz.
Por outro lado, destaca André Macedo, entre as 12 atividades que tiveram redução na produção em julho de 2026, a indústria extrativa, com recuo de 1%, exerceu o principal impacto.
Nesta atividade, a maior pressão negativa neste mês veio da menor extração de minério de ferro. Na comparação com o igual mês do ano anterior, a produção industrial registrou redução de 0,5% em julho de 2026 e interrompeu quatro meses consecutivos de taxas positivas.
Contudo, no índice deste mês, não se observa predomínio de resultados negativos, uma vez que apenas duas das quatro grandes categorias econômicas e 12 das 25 atividades industriais pesquisadas apontaram queda na produção", completa.
Na comparação com julho de 2025, bens de consumo semi e não duráveis e bens de capital assinalaram os recuos entre as grandes categorias econômicas.
Por outro lado, os setores produtores de bens intermediários e de bens de consumo duráveis registraram as taxas positivas.
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