A economia do Brasil cresceu 0,5% nos meses de abril, maio e junho, em comparação com o primeiro trimestre de 2026.
Os dados do PIB, o Produto Interno Bruto, foram divulgados pelo IBGE nesta terça-feira.
O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país.
A agropecuária teve a maior alta, 2,8%.
Já o setor de serviços, que representa a maior parte da economia, teve variação positiva de 0,2%.
Enquanto a indústria registrou estabilidade, com variação de 0,1% positiva.
Já o indicador que registrou a maior queda foi o de eletricidade e gás, água, esgoto, além de gestão de resíduos, que recuou 1,1% no segundo trimestre.
No setor externo, o Brasil também importou mais, 1,8%, enquanto as exportações recuaram 0,8%.
Já no acumulado dos últimos 12 meses, o PIB do Brasil cresceu 1,9%.
Nessa mesma comparação anual, todos os três grandes setores da economia apresentaram avanço.
O da agropecuária foi o maior, 6,2%, puxado, entre outros fatores, pela safra no segundo trimestre de café e da soja, mas compensado pela queda no arroz e no algodão.
O setor de serviços, que registrou alta em todas as sete atividades analisadas pelo IBGE, cresceu 1,7% no ano, com destaque para atividades imobiliárias, informação e comunicação.
E o desempenho da indústria, 1,4% positiva, foi impulsionado principalmente pelas indústrias de petróleo e gás e pela construção.