O Brasil vai tratar com cautela e responsabilidade o processo de reciprocidade contra as tarifas dos Estados Unidos. É o que disse o ministro da Fazenda, Dario Durigan, nesta sexta-feira (14).
Ele disse que o governo vai ouvir todos os setores afetados.
O primeiro impacto do processo de reciprocidade é a gente poder colher, em especial do empresariado brasileiro, mas também do empresariado do exterior, quais seriam os impactos e as preocupações que eles têm com eventuais medidas de reciprocidade.
O Brasil abriu processo de reciprocidade alegando que as tarifas aplicadas pelo governo de Donald Trump são arbitrárias e injustificadas. A Camex, que é a Câmara de Comércio Exterior, iniciou formalmente a análise das medidas.
Durigan falou ainda sobre a situação do BRB, o Banco de Brasília. Nessa quinta-feira, houve mais uma reunião de conciliação no Supremo Tribunal Federal (STF) que terminou se acordo.
Mesmo não sendo um problema nosso, fomos nós que apresentamos uma saída que respeitaria e conseguiria manter serviços importantes do DF [...] E mais que isso, houve reuniões para tratar de como estender as garantias, com mais segurança, para os bancos privados que foram coordenadas pela PGFN e pela AGU.
Então tudo o que tem sido demandado tem sido feito por nós, governo federal, em articulação com os bancos, com o governo do DF.
Anúncio feito depois do governo do estado ter entrado no STF com um pedido para a liberação dos recursos.
O ministro rebateu: “não vamos funcionar nunca sob pressão. Nenhuma do Supremo de qualquer estado que seja interfere nos processos internos”.
Foram liberados recursos ainda para Piauí, Maranhão, Pernambuco e Rondônia.
Fontes
Informação baseada em material público de Radioagência Nacional, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.