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Justiça mantém prisão de acusada de tentar matar namorado com açaí envenenado em Ribeirão Preto, SP

Ministério Público se manifestou em favor da liberdade de Larissa de Souza Batista após audiência de instrução, mas parecer foi negado por juíza. Caso aconteceu

3 min de leitura
Justiça mantém prisão de acusada de tentar matar namorado com açaí envenenado em Ribeirão Preto, SP

O Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu manter a prisão preventiva de Larissa de Souza Batista, acusada de tentar matar namorado com açaí envenenado. A decisão foi proferida na quinta-feira (3), após o Ministério Público se manifestar em favor da liberdade dela depois do pedido da defesa.

  • Indícios robustos de autoria e impacto devastador a terceiros (alegando que o estabelecimento foi prejudicado).
  • Risco de interferência no processo e destruição de provas telemáticas (a investigação aponta que o celular de Larissa foi formatado no dia do cumprimento do mandado de busca e apreensão).
  • Risco de fuga e uso de documentos falsos (Larissa chegou a usar nome falso para se hospedar no hotel em que se escondeu por dois dias).
  • MP se manifesta a favor da soltura de acusada de tentar matar namorado com açaí envenenado.
  • Era leite condensado', diz acusada de tentar matar namorado com açaí envenenado.
  • Jovem envenenado com açaí diz que mantém relacionamento com acusada: 'Não tenho medo.
  • Contradições, celular resetado e imagens de câmeras levaram ao indiciamento de jovem suspeita de envenenar namorado.

Larissa está presa preventivamente na Penitenciária Feminina de Mogi Guaçu (SP) desde o dia 15 de abril. Ela chegou a ficar foragida por dois dias, até ser encontrada em um hotel em Ribeirão Preto (SP).

O g1 entrou em contato com a defesa dela, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

Em audiência de instrução na terça-feira (1º) a jovem negou que tenha tentado matar Adenilson Parente e disse que o que as câmeras de segurança flagraram no dia em que o caso aconteceu era leite condensado extra sendo adicionado ao açaí.

Larissa e Adenilson mantém o relacionamento e a vítima disse acreditar na versão da acusada.

Ao decidir manter a prisão preventiva da ré, a juíza Marta Rodrigues Maffeis considerou os seguintes pontos.

O caso aconteceu em 5 de fevereiro, depois que Adenilson Parente, de 27 anos, passou mal ao comer um açaí comprado por Larissa em uma loja na Avenida Barão do Bananal, na Zona Leste de Ribeirão Preto.

Ele relatou que sentiu gosto de óleo de motor no produto e chegou a ficar internado por dez dias em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas sobreviveu.

No inquérito, a Polícia Civil indiciou Larissa por tentativa de homicídio depois que análises confirmaram a presença de chumbinho no açaí.

Segundo a investigação, câmeras de segurança descartaram manipulação do produto dentro da loja e reforçaram a suspeita de que Larissa mexeu no copo consumido pelo namorado.

Ela sempre negou ter colocado chumbinho, veneno ou qualquer substância escondida no açaí.

da região no g1 Ribeirão Preto e Franca.

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