O candidato ao Senado por Rondônia, Bruno Bolsonaro Scheid (PL), criticou a condenação dos acusados pelos atos de 8 de janeiro e opinou que não houve tentativa de golpe de Estado.
BDRO entrevista Bruno Bolsonaro Sheid, candidato do PL ao Senado Federal.
Segundo ele, o que aconteceu foi um “protesto que se excedeu para um crime de vandalismo”. A declaração ocorreu durante entrevista ao jornal Bom Dia Rondônia nesta terça-feira (1º).
O candidato também afirmou ser favorável à abertura de processos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
🔎 A Rede Amazônica realiza, ao longo desta semana, entrevistas com os cinco candidatos ao Senado mais bem posicionados na pesquisa Quaest do dia 25 de agosto. A sabatina foi conduzida pelo apresentador Jefferson Carvalho.
Questionado sobre o uso do nome “Bolsonaro” na urna e sua relação com o ex-presidente, o candidato afirmou que o vínculo não é apenas político, mas também pessoal.
Bruno se autointitula o representante escolhido pelo ex-presidente.
O candidato defendeu o voto impresso, o que ele chama de “melhoramento” do processo eleitoral.
Bruno também defendeu o fim da audiência de custódia. O candidato destacou que criminosos devem “sair da cena do crime direto para a cadeia”, sem direito às perguntas realizadas pelo juiz na audiência.
O candidato alegou que agentes de fiscalização agem com perseguição contra garimpeiros e madeireiros no estado de Rondônia. Ele prometeu que, se eleito senador, vai pessoalmente “fiscalizar” as operações para evitar o que chama de “abuso de poder”.
Em relação à escala 6x1, o candidato concorda que o trabalhador deve ter mais tempo com a família, mas ponderou que o empresário não consegue “pagar a conta” dessa redução na carga horária.
No entanto, ao fim da resposta, afirmou que, com mais discussão, votaria pelo fim da escala.