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Tecnologia

Sony e Warner processam dona do Claude por usar músicas em IA e pedem até R$ 780 mil por obra

Editoras musicais acusam Antrhopic de piratear letras e partituras de centenas de artistas para treinar seus modelos de inteligência artificial

3 min de leitura
Sony e Warner processam dona do Claude por usar músicas em IA e pedem até R$ 780 mil por obra

Claude, rival do ChatGPT, vai revelar quem criou texto com IA; veja como vai funcionar.

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  • Relatório da ONU aponta enormes benefícios potenciais e grandes riscos decorrentes da IA.

As editoras musicais da Sony Music e da Warner Music processaram a Anthropic, dona do chatbot Claude, em um tribunal federal da Califórnia, nos Estados Unidos.

As empresas acusam a companhia de inteligência artificial de usar músicas protegidas por direitos autorais sem autorização para treinar seus modelos.

Na ação, apresentada na sexta-feira (28), Sony e Warner afirmam que a Anthropic pirateou centenas de letras e partituras de músicas de artistas como Beatles, Taylor Swift e Michael Jackson, além de outros nomes.

Segundo as empresas, esse material foi usado para ensinar o Claude a responder a pedidos dos usuários.

Bill Gates alerta para perigos da IA e quer discutir regras com Xi Jinping, presidente da China.

As empresas também querem que a Justiça proíba a Anthropic de continuar usando suas obras no treinamento dos modelos de inteligência artificial.mpeça a Anthropic de continuar usando o material protegido.

Sony e Warner acusam Anthropic de piratear músicas.

Segundo a denúncia, a Anthropic teria obtido ilegalmente letras e partituras por meio de downloads de torrents e usado esse material no treinamento do Claude.

As editoras também afirmam que o chatbot é capaz de reproduzir literalmente letras protegidas por direitos autorais quando recebe determinados comandos.

Sony e Warner dizem ainda que a Anthropic utilizou as letras para ensinar o Claude a gerar grandes quantidades de letras de músicas supostamente novas. Na avaliação das empresas, esse conteúdo produzido por inteligência artificial poderia competir com obras originais protegidas por direitos autorais.

Processo se soma a outras disputas sobre IA.

A ação é mais um capítulo da disputa entre empresas de tecnologia e detentores de direitos autorais sobre o uso de obras protegidas no desenvolvimento de sistemas de inteligência artificial.

Em 2023, o Universal Music Group e outras editoras processaram a Anthropic sob a acusação de usar letras de músicas protegidas por direitos autorais no treinamento de seus modelos.

Porta-vozes da Anthropic, da Sony Music e da Warner Music não responderam imediatamente aos pedidos de comentário feitos pela Reuters.

O processo busca, além das indenizações, uma ordem judicial que proíba a Anthropic de utilizar as obras das editoras no desenvolvimento de seus sistemas de inteligência artificial.

Em números

  • Sony e Warner processam dona do Claude por usar músicas em IA e pedem até R$ 780 mil por obra

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