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Tecnologia

IPhone 18 Pro: como é usar novo celular que custa de R$ 12 mil a R$ 21 mil? Veja primeiras impressões

Modelos 18 Pro e 18 Pro Max repetem a estratégia da geração passada: têm os mesmos recursos, com diferenças concentradas em tela, peso e bateria. Veja as primei

5 min de leitura
IPhone 18 Pro: como é usar novo celular que custa de R$ 12 mil a R$ 21 mil? Veja primeiras impressões

A Apple começa a vender a nova geração de iPhones nesta sexta (18). A chegada dos modelos 18 Pro e 18 Pro Max às lojas marca uma mudança na sua linha de produtos.

  • Os iPhones 18 Pro e 18 Pro Max chegam às lojas em quatro versões de armazenamento: 256 GB, 512 GB, 1 TB e 2 TB.
  • O 18 Pro custa de R$ 12.000 (256 GB) a R$ 21.000 (2 TB). O 18 Pro Max, de R$ 13.000 (256 GB) a R$ 22.000 (2 TB).
  • Seus principais concorrentes são os celulares topo de linha das fabricantes que usam sistema Android, como o Motorola Signature, o Galaxy S26 Ultra, o Jovi X300 Ultra e o Oppo Find X9 Pro (clique nos nomes para ler os testes). Esses aparelhos custam entre R$ 6.500 e R$ 20.000.
  • As novidades de câmera e design – ainda que pareçam poucas – vão ser interessantes para quem migra de um iPhone Pro mais antigo, como 14 ou 15. A própria Apple cita dados de mercado que o consumidor troca de celular a cada 4 anos, em média.
  • Desse modo, usuários do 16 Pro e 17 Pro podem seguir com seus aparelhos por mais algum tempo, exceto caso ter a cor do ano (bordô) ou ter a abertura variável na câmera seja algo urgente.

Rumores de sites especializados indicam que esse celular só será lançado em 2027.

O Guia de Compras teve acesso antecipado ao iPhone 18 Pro e conta quais são as primeiras impressões do aparelho.

Desde o lançamento do iPhone 17 Pro, em 2025, os modelos Pro e Pro Max oferecem os mesmos recursos e configurações técnicas.

Só mudam mesmo o tamanho da tela (6,3" no Pro e 6,9" no Pro Max) e a duração estimada da bateria (até 23h no Pro e até 29h no Pro Max, segundo a fabricante).

O menor pesa 211 gramas; o maior, 249 gramas.

Por fora, o design não mudou quase nada na comparação com a versão anterior. Tanto que as capinhas do 17 Pro servem no novo modelo sem problemas.

Nas cores, um preto bastante fosco e o novo bordô (um tom de vinho que pode ser tão polêmico como o "laranja cósmico" do 17 Pro) são as novidades.

Da geração anterior, se repetem o azul glacial e o prateado em versões repaginadas.

A mudança mais visível é na versão prata, com a traseira seguindo a cor do aparelho na área com o símbolo da marca – no 17 Pro, ela era esbranquiçada.

A tela, porém, traz uma pequena alteração em comparação aos demais iPhones: a Dynamic Island – ou ilha dinâmica, em português – agora ficou menor. Cerca de 25%, diz a fabricante.

O motivo da troca: o sensor infravermelho usado pelo reconhecimento facial (FaceID) foi movido para o canto esquerdo do display e fica embaixo da tela.

Agora, essa ilha– graças a mudanças no sistema operacional iOS 27 – é capaz de mostrar três notificações simultâneas, como música, app de pedidos de comida e rotas de mapas.

Mas a câmera principal ganhou um recurso inspirado nas lentes usadas em equipamentos de fotógrafos profissionais, chamada abertura variável.

Dentro da lente, seis pequenas lâminas se mexem para controlar a entrada de luz, se abrindo e fechando.

Na prática, isso significa tirar fotos melhores no escuro, já que a lente fica mais aberta (f/1. 48) para capturar mais luz.

E, no sol forte, ela se fecha (f/4. 0) para manter tudo mais nítido, o que pode até dar um efeito estrelado nas fontes de iluminação (como o Sol ou lâmpadas de uma sala).

São quatro níveis de abertura apenas: ƒ/1. 48, ƒ/1. 8, ƒ/2. 8 e ƒ/4. 0, que podem ser controlados manualmente ou, como é mais comum nos iPhones, ser deixados no modo automático para que o aparelho faça o resto sozinho.

Mas isso não é novidade nas câmeras dos smartphones: o Samsung Galaxy S9, lançado em 2018, já tinha uma lente com abertura variável, mas apenas com dois níveis (f/1.

O recurso apareceu novamente na geração seguinte do celular (Galaxy S10) e não fez mais parte dos aparelhos da Samsung desde então.

A interface da câmera do iPhone 18 Pro também foi aprimorada, agora permitindo mais controles manuais comuns a modelos profissionais – como balanço de branco, ajuste de exposição, velocidade do obturador, abertura da lente e controle de foco, entre outros.

Não é uma novidade para quem usa celulares com sistema Android ou aplicativos de câmeras desenvolvidos por terceiros, como o Halide.

Na parte de vídeo, as novidades são a gravação em 4K em modo time-lapse, que aumenta a velocidade de eventos lentos, tendo um resultado de "tempo que passou rápido", e ajustes de controle profissionais, similares aos da câmera de fotos.

No sistema iOS 27, a principal novidade é a chegada da Siri AI, que promete ser mais integrada aos apps e fazer mais coisas pelo usuário do aparelho de forma inteligente.

Porém, o recurso ainda está em fase de testes em inglês, e uma versão em português deve ser lançada ainda este ano.

Veja a seguir onde encontrar os lançamentos.

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