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Tarcísio contraria Flávio Bolsonaro e defende urnas eletrônicas: 'foram elas que me elegeram'

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Tarcísio contraria Flávio Bolsonaro e defende urnas eletrônicas: 'foram elas que me elegeram'

O candidato do Republicanos ao governo de São Paulo, Tarcísio de Freitas, rebateu nesta quinta-feira (20) as críticas feitas pelo seu aliado Flávio Bolsonaro (PL) sobre as suspeitas de fraude nas urnas eletrônicas e defendeu o uso nas eleições brasileiras.

Ao participar da sabatina promovida pela rádio CBN e os jornais O Globo e Valor, o governador candidato à reeleição afirmou que espera que debate presidencial discuta os rumos do Brasil.

[Confio nas urnas] foram elas que me elegeram. (...) Acho que a gente precisa discutir o país. Acho que a gente precisa discutir para que rumo a gente vai caminhar.

Qual é o rumo dos dois lados. Eu acho que a gente precisa botar isso na mesa. E da nossa parte eu tenho visto, né? O esforço da equipe do Flávio de construir um plano de apresentar o plano”, afirmou.

Em julho, em reunião com diplomatas, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) disse que as urnas eletrônicas brasileiras têm a mesma origem das urnas da empresa Smartmatic e que um relatório da CIA mostra que a empresa estaria envolvida em um plano de fraude do governo venezuelano nas eleições de 2012, já desmentidas pelo TSE.

Apesar das críticas, Tarcísio defendeu a candidatura de Flávio Bolsonaro à presidência e fez críticas à política econômica do presidente Lula (PT), também candidato à reeleição.

Flávio Bolsonaro ataca urnas eletrônicas com acusações já desmentidas pelo TSE.

Tarcísio também confirmou que pretende ajudar a campanha de Flávio em São Paulo, na tentativa de alavancar a candidatura do filho de Jair Bolsonaro (PL) no estado, na corrida presidencial contra Lula.

Caso Flávio não seja eleito presidente, Tarcísio afirmou que pretende manter uma relação pragmática com Lula, assim como teve no primeiro mandato no destravamento de vários projetos em comum com o governo federal, como o túnel Santos-Guarujá.

Sobre o aumento dos feminicídios no estado, Tarcísio afirmou que esse é um crime muito difícil de combater porque os agressores de mulheres têm agido cada vez mais em ataques surpresas.

É um crime super difícil de combater. Qual é o anúncio, o aviso que nós tínhamos que aquilo ia acontecer [ataque no supermercado]? Qual o sinal? Nenhum. O que a gente está procurando fazer.

A gente está procurando aumentar os nossos canais de comunicação. A gente está procurando mostrar para as mulheres que a gente está aqui para ampará-las. A gente está do lado delas”, declarou.

Tarcísio também afirmou que pretende criar um banco de dados de agressores de mulheres para, segundo ele, “criar constrangimento para o agressor”.

Fontes

Informação baseada em material público de G1 São Paulo, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • G1 São Paulolink

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