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Polícia estima que mais de 140 pessoas foram vítimas de golpistas que deram prejuízo de R$ 37 milhões em

Vítima foi convencida a fazer aportes cada vez maiores em uma falsa plataforma de investimentos e só percebeu a fraude ao tentar sacar os valores.

2 min de leitura
Polícia estima que mais de 140 pessoas foram vítimas de golpistas que deram prejuízo de R$ 37 milhões em

Segundo a investigação, as possíveis vítimas estão espalhadas pelo Brasil e foram identificadas em ambientes digitais ligados à mesma dinâmica do golpe. A fraude é conhecida internacionalmente como "pig butchering", ou "golpe do abate de porcos.

A operação cumpriu 90 ordens judiciais em três estados. Entre os presos, conforme a polícia, estão três donos de instituições financeiras que operam conversão para criptomoeda.

Também foram presos dois estrangeiros. Um deles, segundo a apuração, é dono de uma das instituições financeiras investigadas.

Outra presa é uma gerente de uma instituição financeira tradicional e com grande credibilidade nacional e internacional. De acordo com a Polícia Civil, ela era responsável por facilitar a abertura de contas operadas pelo grupo criminoso.

Os suspeitos não tiveram os nomes divulgados.

Essas contas teriam sido usadas para receber e pulverizar, em uma primeira camada, os valores transferidos pela vítima. Depois, segundo a investigação, o dinheiro era distribuído a outras empresas e convertido em criptoativos.

O delegado afirmou que a mulher gostava de fazer investimentos e tinha perfil agressivo, com preferência por ativos de maior rentabilidade. Ela tinha um corretor de investimentos, que desaconselhava aportes altos em aplicações arriscadas.

Mesmo assim, conforme a polícia, a vítima retirou os recursos que mantinha em uma corretora regular e transferiu o dinheiro para uma plataforma falsa. O golpe foi construído, segundo a polícia, ao longo de seis meses.

Segundo a Polícia Civil, a Operação Criptoabate faz parte de uma estratégia do Departamento Estadual de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DERCC) para responsabilizar todos os integrantes das estruturas usadas em fraudes eletrônicas.

De acordo com a polícia, os investigados se passavam por funcionários de uma empresa identificada como TDASX, que fechou após o início das investigações. O g1 tenta contato com os responsáveis pela TDASX, mas não os havia localizado até a última atualização da reportagem.

A orientação da polícia é desconfiar de promessas de rentabilidade muito acima do mercado, plataformas sem credenciais verificáveis e pedidos de novos depósitos para liberar valores que já teriam sido investidos.

Em números

  • Polícia estima que mais de 140 pessoas foram vítimas de golpistas que deram prejuízo de
  • Polícia estima que mais de 140 pessoas foram vítimas de golpistas que deram prejuízo de R$ 37 milhões em

Fontes

Informação baseada em material público de G1 São Paulo, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • G1 São Paulolink

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