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Haddad promete câmeras corporais funcionando 'ininterruptamente' e critica modelo de Tarcísio

Hoje, equipamento pode ser acionado de forma manual pelo policial durante uma ocorrência ou remotamente pelo Copom. Sistema usado atualmente não prevê gravação

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Haddad promete câmeras corporais funcionando 'ininterruptamente' e critica modelo de Tarcísio

O candidato ao governo de São Paulo pelo PT, Fernando Haddad, prometeu a volta do funcionamento ininterrupto das câmeras corporais usadas pela Polícia Militar. O ex-ministro da Fazenda participou da sabatina promovida pelo UOL e pela Folha de S.

🔎 Após acordo homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em maio do ano passado, o modelo de operação dos equipamentos mudou. O sistema usado atualmente não prevê gravação contínua.

As câmeras podem ser acionadas de forma manual pelo policial durante uma ocorrência ou remotamente pelo Centro de Operações da Polícia Militar (Copom).

O modelo é alvo de críticas de organizações sociais e entidades de direitos humanos. Segundo as críticas, a ausência da gravação contínua pode fazer com que uma ocorrência que deveria ser registrada não seja filmada, caso o acionamento não ocorra.

Durante a sabatina, o petista também criticou a política de segurança pública da gestão do adversário na corrida eleitoral. Haddad afirmou que a letalidade policial aumentou durante o governo Tarcísio e criticou a falta de investimentos em inteligência, tecnologia e análise de dados.

SP registra recorde de mortes em ações policiais desde 2019, apesar da queda de roubos, furtos e latrocínios, diz estudo.

Veja o que muda no uso de câmeras corporais por policiais militares após acordo no STF.

Haddad também afirmou que menos de 5% dos crimes cometidos em São Paulo chegam à identificação dos autores e à condenação.

Veja o que é #FATO e o que é #FAKE na entrevista de Fernando Haddad ao 'Globo', 'Valor' e CBN.

Questionado sobre a possibilidade de retomar o programa De Braços Abertos, política pública de redução de danos criada em 2014, durante sua gestão na Prefeitura de São Paulo, Haddad afirmou que o consumo de crack não acabou na cidade, mas se espalhou por diferentes regiões.

Haddad citou reportagens que, segundo ele, mostram o consumo de crack “fragmentado” em diferentes regiões da cidade.

O candidato defendeu uma abordagem voltada à saúde para as pessoas que fazem uso da droga e afirmou que é preciso oferecer tratamento, abrigo e caminhos para a reinserção no mercado de trabalho.

Segundo Haddad, a proposta seria dividir as responsabilidades entre estado e municípios. “O governo do estado combate o tráfico e as prefeituras, e não é só na capital, no interior, você também tem mini Cracolândias.

Ele também defendeu que usuários tenham acesso a serviços de saúde, moradia e trabalho.

Fontes

Informação baseada em material público de G1 São Paulo, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • G1 São Paulolink

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