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Ex-BBB Angélica Morango processa Meta após contas serem desativadas

Angélica Morango teve o perfil pessoal no Instagram, com mais de 100 mil seguidores, retirado do ar em novembro de 2025

2 min de leitura
Ex-BBB Angélica Morango processa Meta após contas serem desativadas

A jornalista, cineasta e empresária Ana Angélica Martins, conhecida como Angélica Morango e nacionalmente pela participação no BBB 10, recorreu à Justiça após ter contas mantidas em plataformas da Meta desativadas.

O caso chama atenção para uma questão que vai além da perda de seguidores: a dependência de artistas, influenciadores, criadores e empresas das redes sociais para trabalhar, divulgar projetos e manter contato com o público.

O processo tramita atualmente na 2ª Turma Recursal dos Juizados Especiais de Santa Catarina, após recurso apresentado contra a decisão de primeira instância que indeferiu os pedidos da autora.

A defesa busca o restabelecimento das contas e a reparação pelos danos alegados.

De acordo com o advogado André Matheus, que atua no caso, Angélica não teria recebido uma indicação específica sobre quais conteúdos ou regras das plataformas teriam motivado as desativações.

A defesa também questiona a impossibilidade de a criadora acessar informações e registros de suas próprias publicações depois que os perfis foram retirados do ar.

A discussão ganha ainda mais relevância diante do papel que as redes sociais passaram a ocupar na vida profissional de milhares de pessoas. Para artistas, influenciadores, produtores e empreendedores, uma conta pode reunir audiência, portfólio, contatos comerciais, divulgação de projetos e uma parcela importante da geração de receita.

No caso de Angélica, as plataformas também estavam diretamente ligadas à sua atuação profissional. Além da trajetória no jornalismo e na televisão, ela trabalha atualmente como cineasta, criadora, produtora e empresária no mercado audiovisual.

O episódio também evidencia a vulnerabilidade de profissionais que construíram uma parte significativa de suas carreiras em ambientes digitais administrados por empresas privadas.

Na avaliação da defesa, situações como a enfrentada por Angélica reforçam a necessidade de mais transparência na aplicação das regras das plataformas, além da criação de mecanismos efetivos para que os usuários possam compreender e contestar decisões que levem à suspensão ou à exclusão de suas contas.

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Fontes

Informação baseada em material público de Metrópoles, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

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