Eu vi a prestação de contas no g1', diz Flávio Bolsonaro a ser questionado sobre o filme.
O candidato do PL à Presidência da República, senador Flávio Bolsonaro, se irritou na noite desta segunda-feira (24) ao ser questionado pela imprensa se vai apresentar o contrato firmado entre a produtora do filme ‘Dark Horse’ e o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.
Passados mais de três meses da promessa, o senador afirma que a produtora Go Up Entertainment, da empresária Karina da Gama, já prestou contas do filme e que os relatórios foram vazados pela imprensa.
Ele negou que tenha recuado da promessa que fez em 19 de maio.
A perícia não apresentou nenhum recibo ou nota fiscal dos gastos feitos com a produção, tampouco da origem do dinheiro recebido para produzir o filme (veja mais abaixo).
Diante da insistência dos repórteres em dizer que não houve transparência da produtora Go Up na apresentação do contrato com Vorcaro e da verba recebido pelo dono do Banco Master, Flávio Bolsonaro se irritou.
O candidato participou nesta segunda (24) de evento na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
que prestar conta, é o Lula’, diz Flávio Bolsonaro sobre contas do filme ‘Dark Horse’.
O banqueiro Daniel Vorcaro ajudou a financiar o filme, e as negociações envolveram contatos diretos com o filho mais velho do ex-presidente, o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que pediu dinheiro e pressionava pelos pagamentos (leia mais abaixo).
A Polícia paulista e o Ministério Público querem saber se houve utilização de recursos públicos do contrato municipal na produção do filme sobre Bolsonaro.
Valor enviado por Vorcaro para filme sobre Bolsonaro é mais que o dobro do orçamento de 'O Agente Secreto'PERFIL: Karina Gama - produtora de 'Dark Horse' foi promotora de literatura cristã, fez campanha para Mário Frias e comanda contrato de wi-fi com Prefeitura de Investigação aponta que contrato do WiFi Livre SP com ONG cobrava pelo menos duas vezes mais por ponto de internet do que a Prodam.
Os valores fazem parte de um laudo produzido a pedido dos advogados de defesa de Karina Gama e não apresenta recibos ou notas fiscais dos gastos.
Um dos motivos da investigação contra a dona da ONG ICB é a apresentação de notas fiscais sem valor fiscal na prestação de contas feita à Prefeitura de São Paulo.
Antes do Dark Horse, a Go UP Entertainment nunca tinha feito nenhum filme no Brasil. A ONG Instituto Conhecer Brasil também nunca tinha instalado nenhum ponto de wi-fi na periferia de São Paulo antes de assumir o contrato com a gestão do prefeito Ricardo Nunes (MDB) – aliado da família Bolsonaro - em junho de 2024.
O laudo foi contratado pelos advogados do escritório Hasson Sayeg, Novaes e Advogados, que cuidam da defesa de Karina. Eles contrataram o Instituto de Perícia Investigativa (IPI) para escrever o documento.
O perito que assina o documento, Anísio Costa Castelo Branco, diz que elaborou o documento por meio de contratos, planilhas financeiras e extratos bancários da ONG.
ONG da produtora de filme de Bolsonaro é alvo de operação da Polícia por desvio de recurso.
O perito particular contratado pela defesa afirmou, ainda, que “não identificou entradas de caixa oriundas de recursos públicos, repasses governamentais ou financiamentos”.
De acordo com Karina, o filme está em fase de pós-produção, com inclusão de efeitos especiais e sonorização, e ainda precisa de recursos, mas nada substancial.
Karina afirmou que, após a prisão de Daniel Vorcaro, todos que estavam à frente do filme tiveram que buscar novos investidores para viabilizar o projeto. Segundo a dona da produtora, Vorcaro atuou como um intermediador de verba para o longa, não como investidor.
As cifras que envolvem o filme Dark Horse.
Qual é a situação do serviço de wi-fi gratuito na periferia da cidade de São Paulo.
Fontes
Informação baseada em material público de G1 Política, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.