Rui Costa, ministro-chefe da Casa Civil, ao lado do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), participa da cerimônia de assinatura do contrato de concessão da BR-381/MG, no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), em 22 de janeiro de 2025.
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Senador eleito e ex-ministro do governo Lula 3, Rui Costa (PT-BA) questionou a articulação feita no Senado a favor da reeleição de Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) à presidência do Senado.
O debate prevê conceder anistia ou um indulto ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado a 27 anos e 3 meses de prisão no julgamento da trama golpista no Supremo Tribunal Federal (STF) - ele cumpre prisão domiciliar por questões de saúde.
Rui Costa disse que não está acompanhando a negociação, mas considera que a escolha do presidente do Senado tenha que passar por "intromissão com as penas das pessoas", sejam as condenadas na trama golpista, sejam as condenadas no 8 de Janeiro.
Eu sou a favor do distensionamento político, que a gente não coloque essa questão da polarização política no centro do governo, nem do Congresso Nacional", disse.
A gente deve tirar da agenda essa centralidade na polarização e, eventualmente, na discussão dos crimes cometidos por qualquer família, inclusive a família Bolsonaro.
umbre que prevê anistia a Jair Bolsonaro.
Segundo o senador, esta não deve ser a agenda do país para os próximos quatro anos. Ele alertou que os políticos devem olhar para o que disseram os resultados das urnas em 25 de outubro.
Essa multidão que foi nas ruas está preocupada com o que é que nós políticos, senadores, deputados, governo executivo, o que é que nós vamos fazer para melhorar a vida cotidiana deles", afirmou.
Ele exemplificou dizendo que quem pega ônibus, quem precisa de segurança e outros temas querem que o governo tenha que "apontar soluções, apontar caminhos". "Nós devemos falar mais de povo, falar mais da vida das pessoas.
O Blog da Sadi informou nesta quinta-feira (29) que Davi Alcolumbre articula um acordo para conter o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
Além disso, ele admite discutir um indulto e uma anistia a Jair Bolsonaro em busca da reeleição como presidente do Senado em 2027.
O foco é o componente de sobrevivência política nessa movimentação: a tentativa de construir um acordo que viabilize sua reeleição à presidência do Senado.
O indulto, ou seja, o perdão judicial, é competência do presidente da República, de acordo com a Constituição. Já a anistia depende do Congresso Nacional.
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