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Política

Renan Santos e sua bomba atômica

Candidato do Missão parece excêntrico ao defender pauta

2 min de leitura
Política — imagem padrão

Renan Santos parece excêntrico ao dizer que o Brasil deve ter uma bomba atômica, mas a verdade é que, desde 1945, sempre houve alguém no governo trabalhando por ela.

  1. Carlos Lacerda e sua máquina de ódio.
  2. A corrupção é e será tema central da campanha eleitoral.

Às vezes tinha poder e às vezes pensava que tinha.

O campeão da ideia de uma política nuclear foi o almirante Álvaro Alberto (1889-1976), primeiro presidente do Conselho Nacional de Pesquisas, que empresta seu nome à usina de Angra.

Em 1951, o Conselho de Segurança Nacional discutia a construção de um reator nuclear. (Só no ano seguinte Israel criou sua Comissão de Energia Atômica.).

Em julho de 1954, um grupo de cientistas alemães montou e testou três centrífugas para enriquecer urânio. O Brasil havia pedido licença para importá-las e os Estados Unidos a haviam negado.

Álvaro Alberto foi em frente e elas estavam prontas para embarque no porto de Hamburgo quando foram apreendidas.

As centrífugas acabaram vindo em 1956, mas só começaram a funcionar em 1970, quando Israel já era uma potência nuclear desde 1966 ou 1967.

Leia o restante da coluna de Elio Gaspari.

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