Ir para o conteúdo

Terça-feira, 22 de setembro de 2026 | Corumbá - MS | 26°C Parcialmente nublado

Política

Real Time: Gracinha tem 23% ao Senado em GO; Gayer, 20%

Pesquisa ouviu 1.600 mil eleitores goianos entre 17 e 21 de setembro; margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos

2 min de leitura
Política — imagem padrão

Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (22) mostra Gracinha Caiado (União) e Gustavo Gayer (PL) à frente na disputa pelas duas vagas ao Senado Federal em Goiás.

No cenário consolidado, que soma o primeiro e o segundo voto e reduz para 100%, Gracinha marca 23%, enquanto Gayer vai a 20%. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais.

Na sequência, aparecem Dr. Zacharias Calil (MDB) com 13% e Gustavo Mendanha (PRD) com 12%, configurando um empate técnico na terceira posição. Vanderlan Cardoso (PSD) anota 8%.

Isaura Lemos (PSB), Oseias Varão (PL) e Cintia Dias (PSOL) marcam 5% cada um. Iure Castro (Cidadania) e Ernesto Roller (PSDB) somam 1% cada. Guilherme Darques (UP) não pontuou.

Brancos e nulos são 4%, e indecisos, 3%. Metodologia A pesquisa RealTime Big Data entrevistou 1. 600 eleitores, entre os dias 17 e 21 de setembro de 2026. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa com recursos do próprio instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo GO-04652/2026.

Pesquisa ouviu 1.600 mil eleitores goianos entre 17 e 21 de setembro; margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Em números

  • Pesquisa ouviu 1.600 mil eleitores goianos entre 17 e 21 de setembro; marg

Comentários

Participe da conversa. Comentários passam por moderação antes de aparecer.

Carregando comentários…

Leia também

Mais em Política
Debate com candidatos ao Senado pelo RJ
Brasil

Debate com candidatos ao Senado pelo RJ

O primeiro grupo de debate com candidatos ao Senado pelo Rio de Janeiro começa às 9h. Participam Crivella (Republicanos), Carlos Jordy (PL), Pedro Paulo (PSD) e Marcos Dias (Podemos).

Em Brasil