O candidato favorito desse grupo é o vereador João Jorge (MDB), que demonstra interesse em suceder o atual presidente, Ricardo Teixeira (União Brasil), em 2027.
Embora tenha deixado de ser vereador ao final de 2024, Leite articulou um acordo para que a presidência da Câmara ficasse com o União ao longo da atual legislatura.
Esse compromisso foi firmado como moeda de troca para que a sigla apoiasse Nunes na campanha de reeleição.
Na eleição passada para o comando da Câmara, em 2025, Leite já havia saído derrotado ao tentar emplacar a candidatura de Rubinho Nunes (União Brasil), que não é bem-visto por Nunes, à presidência.
O prefeito e outros vereadores, inclusive Jorge, saíram em defesa de Teixeira, que preside o Legislativo desde o início do ano passado.
Teixeira, embora seja do União, atua mais alinhado ao prefeito do que a Leite. Pelo regimento da Câmara, ele não poderá mais concorrer pela terceira vez.
A eleição da Mesa Diretora está agendada para o dia 15 de dezembro. Procurado pelo Painel, Jorge afirmou que não quis se manifestar sobre o assunto.
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