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Política

PF apura existência de gabinete de ódio ligado à governadora de Pernambuco

OUTRO LADO: Raquel Lyra rebate acusações e diz que Justiça Eleitoral determinou medidas contra rede de perfis falsos usados para atacá-la

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A PF (Polícia Federal) investiga a existência de um "gabinete do ódio" ligado à governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), candidata à reeleição.

Segundo fontes do órgão, a apuração teve início no final de 2025 após uma denúncia enviada à corporação por um aliado do ex-prefeito do Recife João Campos (PSB), que polariza a disputa com ela.

A acusação foi enviada à PF pelo deputado estadual Rodrigo Farias (PSB) em outubro do ano passado. A peça sustenta que há uma rede com publicações de conteúdos difamatórios e caluniosos que começaram ainda em 2024, na pré-campanha municipal, quando Campos foi reeleito prefeito da capital.

Segundo a denúncia, o objetivo era impactar o processo eleitoral e desqualificar a figura dele. "Os perfis coordenam uma extensa rede de publicações sincronizadas para potencializar o alcance de suas postagens, direcionando verdadeiras mensagens de ódio em face dos opositores da governadora", diz.

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