Se um trabalhador é constrangido, pressionado, influenciado ou até punido por causa de suas escolhas políticas ou eleitorais, isso é considerado assédio eleitoral.
- 50 Vídeos para entender as Eleições de 2026.
- MPT recebe 223 denúncias de assédio eleitoral em 2026; registros mais que dobram no mês de início da campanha.
- Crise econômica, 'santinho' nas redes e mais: casos na Justiça mostram formas mais comuns de assédio eleitoral no trabalho.
O assédio eleitoral pode partir de chefes, mas também ocorrer entre colegas de trabalho, de forma explícita ou indireta. Entenda no vídeo acima.
📍 Em uma série de 50 vídeos, o g1 vai explicar os principais temas das eleições de 2026. Os conteúdos mostram como funcionam as pesquisas, explicam o papel dos cargos em disputa e o funcionamento do Congresso, e trazem orientações práticas para votar.
A série também aborda o impacto das novas tecnologias na campanha, como inteligência artificial, deepfakes e influenciadores.
A situação pode acontecer quando há ameaças de demissões, fechamento da empresa ou cortes de salário caso determinado candidato vença a eleição. Também pode ocorrer quando são prometidas vantagens em troca de apoio político, quando reuniões de trabalho viram espaço para campanha eleitoral ou quando funcionários são pressionados a compartilhar conteúdos políticos em grupos de mensagens e redes sociais.
Segundo o Ministério Público Federal, o assédio eleitoral pode configurar crime previsto no Código Eleitoral e também caracterizar abuso de poder econômico. Se você passar por uma situação assim, é possível denunciar ao Ministério Público do Trabalho, inclusive com a possibilidade de solicitar sigilo dos seus dados.
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