O diretório nacional do Novo pediu, nesta 3ª feira (20.out. 2026), a cassação da chapa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB).
- subvenção e desoneração fiscal sobre combustíveis (diesel, gasolina e etanol).
- programas de crédito e renegociação de dívidas, como Novo Desenrola, Desenrola Adimplentes e linhas do Move Brasil.
- proibição das apostas on-line por medida provisória a 9 dias do 1º turno.
- reajuste do Bolsa Família com pagamentos na véspera do 2º turno.
Sigla questiona a liberação de programas e benefícios durante o ano de 2026; pedido enviado ao TSE lista 12 no período de campanha.
O partido cita a edição de 35 atos normativos com benefícios sociais e econômicos de janeiro a outubro de 2026, o que, na avaliação da sigla, desequilibra a disputa presidencial.
De acordo com o Novo, o Governo Federal editou 35 atos (medidas provisórias e decretos) voltados à criação ou ampliação de benefícios até 16 de outubro. Nas contas do partido, o volume deste período se iguala à soma dos 3 primeiros anos do mandato —17 normas em 2023, 4 em 2024 e 14 em 2025.
A ação argumenta que 12 das 35 medidas foram baixadas no período eleitoral, com prazos de vigência, anúncios ou pagamentos ajustados ao calendário do 1º e do 2º turnos.
O partido pede reconhecimento do abuso de poder político, cassação dos diplomas das chapas e declaração de inelegibilidade pelo período de 8 anos.
Também pede requisição de informações e documentos a órgãos como Ministério da Fazenda, Casa Civil, Tesouro Nacional e Ministério do Desenvolvimento Social. O intuito, segundo o partido, é provar os custos e o cronograma das medidas.
Comentários
Participe da conversa. Comentários passam por moderação antes de aparecer.
Carregando comentários…