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Política Revisado por ULTRA AI

Meta rejeita acusações de viciar crianças com Facebook e Instagram

Advogado da empresa nega projeto intencional para lucro em julgamento com 29 Estados norte-americanos. Leia no Poder360.

2 min de leitura
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## Advogado da empresa disse que não há projeto intencional para lucro durante julgamento na Califórnia.

Um grupo bipartidário formado por 29 Estados norte-americanos processa a empresa e pede bilhões de dólares em penalidades, além de mudanças estruturais nos serviços.

O julgamento começou no tribunal federal de Oakland, na Califórnia.

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Califórnia, Colorado, Kentucky e Nova Jersey lideram o processo. Os Estados afirmam que a Meta desenvolveu as plataformas para manter usuários jovens conectados pelo maior tempo possível, contribuindo para quadros de ansiedade e depressão.

Também acusam a empresa de esconder informações sobre os riscos dos serviços.

Segundo informações da BBC, o advogado da Meta, Paul Schmidt, reconheceu em seu depoimento que algumas pessoas enfrentam dificuldades relacionadas ao uso das redes sociais.

Argumentou, porém, que isso não caracteriza dependência e que pesquisas não estabelecem uma relação clara entre o uso das plataformas por adolescentes e os prejuízos ao bem-estar.

Schmidt afirmou ainda que a Meta e seu cofundador e CEO, Mark Zuckerberg, têm interesse em melhorar os serviços, e não em torná-los prejudiciais.

A defesa citou uma publicação da própria Meta de 2019 em que a empresa reconheceu que parte dos usuários considera problemático o uso das plataformas, sobretudo adolescentes e jovens adultos.

Segundo Schmidt, a companhia tomou medidas após identificar o problema, como a criação de ferramentas de gerenciamento de tempo.

A acusação apresentou uma versão diferente. Megan O’Neill, attorney general adjunta da Califórnia, disse ao júri, formado por 8 pessoas, que o modelo de negócios da Meta consistia em “atrair usuários, mantê-los conectados pelo maior tempo possível, coletar seus dados e ocultar informações do público”.

Os 29 Estados também acusam a empresa de violar a legislação federal ao coletar e usar de forma indevida dados pessoais de crianças durante o uso das plataformas.

Fontes

Informação baseada em material público de Poder360, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

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