## Presidente citou fronteiras do Brasil, gastos militares e criticou Donald Trump ao defender investimento nas Forças Armadas.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse neste sábado (22.ago. 2026), em ato de campanha em Bangu, na zona oeste do Rio, que vai recuperar a indústria de defesa do país caso seja reeleito.
A fala foi feita ao lado do candidato ao governo do Rio, Eduardo Paes (PSD).
Lula afirmou estar “cansado de ver o (Vladimir) Putin fazer guerra” e criticou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), por ostentar poderio militar.
Disse que o norte-americano se vangloria de ter “o maior navio do mundo”, “o maior foguete do mundo” e “a maior bomba do mundo”.
Formulário de cadastro alertas grátis do Poder360 concordo com os termos da LGPD. Inscreva-se Inscreva-se.
Para o presidente, a resposta não deve ser bélica. Lula disse que o país vai investir para fortalecer a indústria de defesa, mas afirmou que o objetivo não é provocar conflitos.
Disse que o Brasil quer ser respeitado internacionalmente e que “a melhor arma” do país é o orgulho do povo brasileiro.
Afirmou que vai recuperar a indústria de defesa nacional e destacou a extensão das fronteiras brasileiras —16. 800 km, mais de 5 vezes o tamanho da fronteira entre Estados Unidos e México, de cerca de 3.
O discurso fez parte de um bloco sobre prioridades para um eventual novo mandato, que incluiu também a promessa de “revolução energética”, com investimentos em energia eólica, solar e hidrogênio verde, além de inteligência artificial “falando em português” e reforço federal na segurança pública.
O discurso foi feito 1 dia depois de Lula ter ligado para Trump, na 6ª feira (21.ago. 2026). Na ligação, os 2 presidentes discutiram a guerra na Ucrânia e o conflito no Oriente Médio.
Lula voltou a defender uma reunião extraordinária do Conselho de Segurança da ONU para buscar saídas diplomáticas para as crises internacionais —proposta que já havia levado a Xi Jinping (Partido Comunista Chinês) e Vladimir Putin (Rússia Unida).
O discurso deste sábado foi feito em ato que reuniu Lula, a primeira-dama Janja, o candidato ao governo do Estado, Eduardo Paes (PSD), os senadores Benedita da Silva (PT) e Pedro Paulo (PSD) e o prefeito Eduardo Cavaliere (PSD).
Paes reforçou a aliança com o PT, iniciada em 2008, e disse que a disputa de 2026 é “para vencer a eleição”, não para “marcar posição”.
Fontes
Informação baseada em material público de Poder360, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.