Harvey Weinstein, o magnata do cinema, foi condenado a 15 anos de prisão na quarta-feira (23) por um crime sexual grave, em mais um acerto de contas do movimento #MeToo.
Magnata do cinema foi acusado de agredir sexualmente sua ex-assistente de produção Miriam Haley, em 2006.
O caso em questão envolvia a ex-assistente de produção Miriam Haley — que o acusou de a agredir sexualmente em seu apartamento em Manhattan, em 2006.
Em seu primeiro julgamento em Nova York, em 2020, Weinstein foi condenado por estuprar Mann e agredir Miriam Haley, então assistente de produção, em 2006. Mas a mais alta corte do estado anulou a condenação e a sentença de 23 anos de prisão após concluir que ele não teve um julgamento justo.
Posteriormente, um júri de Manhattan condenou Weinstein por abusar sexualmente de Haley em um julgamento realizado em junho de 2025, mas o considerou inocente da acusação de agressão contra a ex-modelo Kaja Sokola.
Ele também já havia sido condenado por estuprar a atriz Jessica Mann em um quarto de hotel em Manhattan, em 2013, enquanto ela resistia e repetia várias vezes: "Não.
Weinstein, produtor de cinema vencedor do Oscar e cofundador do estúdio Miramax, permaneceu preso desde que sua condenação foi anulada devido à condenação em outro caso.
O ex-produtor foi um dos principais produtores de cinema até que acusações de má conduta sexual levaram à sua queda e impulsionaram um movimento social mais amplo que incentivou mulheres a denunciarem abusos sexuais cometidos por homens poderosos.
Mais de 80 mulheres acusaram Weinstein de assédio sexual ou má conduta sexual, acusações que ele nega.
*Publicado por Giovana Christ, da CNN Brasil, com informações da Reuters e da CNN Internacional.
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