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Política

Grupo de Vorcaro consultava sistema da PF em delegacia de Juiz de Fora

2 min de leitura
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Investigação da Polícia Federal mostra que o fundador do Banco Master, Daniel Vorcaro, e seu grupo consultavam um sistema da corporação exclusivo para policiais federais.

  • Vorcaro bancou viagens internacionais a servidores do BC, diz PF.
  • Gastos de Vorcaro chegaram a R$ 84,6 milhões em 1 mês.
  • Festa de Vorcaro teve 120 mulheres e exigência: “Só menina nova”.
  • PF diz que Vorcaro soube de operação antes de prisão.
  • PF suspeita que Vorcaro tentou influenciar voto de Toffoli.
  • Há 7 meses, PF ligava Toffoli a pagamento de R$ 35 mi de Vorcaro.
  • Toffoli mandou BC ignorar decisões de outras instâncias sobre o Master.
  • Leia a íntegra do contrato da mulher de Moraes com o Master.
  • Fachin pede e Mendonça tira sigilo de processos do Master.

Investigação indica que ex-banqueiro utilizava acessos ilícitos para obter informações sigilosas sobre a operação Compliance Zero.

O acesso teria sido feito a partir da delegacia de Juiz de Fora (MG).

As informações aparecem em relatórios da corporação divulgados na 5ª feira (10.set. 2026) pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal. A retirada do sigilo atendeu a um pedido do presidente da Corte, ministro Luiz Edson Fachin.

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Segundo a PF, o grupo também tinha acesso a sistemas do FBI e da Interpol.

Para a PF, o ex-banqueiro “optou pelo caminho ilícito, já que dispõe de uma espécie de milícia pessoal”.

Segundo as investigações, Vorcaro “tomou conhecimento prévio da futura operação policial, por meios ilícitos” e passou “a atuar em prol de sua defesa, visando frustrar a efetividade da atuação policial”.

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