Dutra também citou a venda frustrada do Plata ao Dínamo de Moscou e a expectativa de receita com a cessão de naming rights do Maracanã, que não se concretizou.
Clube reverte projeção de superavit de R$ 180 milhões e aponta custos com futebol como principal causa do resultado negativo.
Além disso, o clube não obteve os incentivos fiscais previstos e arcou com os custos da troca de comissão técnica, com a saída de Filipe Luís e a chegada de Leonardo Jardim.
A queda precoce na Copa do Brasil e os vices na Recopa Sul-Americana e na Supercopa também contribuíram para frustrar as receitas projetadas.
O título do Campeonato Brasileiro, ainda em disputa, pouco altera o quadro, já que a diferença financeira entre o 1º, o 2º e o 3º colocado é pequena.
Em nota, o Flamengo minimizou o impacto do deficit e destacou a solidez da estrutura de endividamento.
O vice-presidente do Conselho Fiscal, Francisco Gularte, afirmou que a readequação era necessária para corrigir falhas na execução orçamentária do início do ano.
Na nota divulgada, o clube afirmou que os índices de endividamento permanecem em níveis administráveis.
Em números
- Clube reverte projeção de superavit de R$ 180 milhões e aponta custos com futebol como principal causa
- Flamengo reajusta orçamento e projeta deficit de R$ 40 milhões
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