O documento cita uma série de reportagens da Folha que revelaram problemas na moderação de conteúdo, na distribuição de publicações e na veiculação de anúncios políticos às vésperas do segundo turno entre o presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), marcado para domingo (25).
A carta é assinada pelo Washington Brazil Office, Washington Office on Latin America, Center for Economic and Policy Research, Amazon Watch e Latin America Working Group.
As entidades afirmam que a atuação de uma empresa americana em um processo eleitoral estrangeiro exige maior transparência e fiscalização por parte dos congressistas.
O documento também menciona levantamento do NetLab, da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), que identificou que a Meta veiculou ao menos 1. 613 anúncios políticos irregulares no Brasil, pagos em moeda estrangeira, entre julho e setembro deste ano.
As entidades ainda citam testes que identificaram diferenças no comportamento da inteligência artificial da Meta diante de pedidos envolvendo os dois presidenciáveis, além de um levantamento sobre o alcance de vídeos do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG).
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