O Brasil já adotou ao menos 5 denominações oficiais ao longo de sua história, além de outros nomes atribuídos ao território desde a chegada dos portugueses, em 1500.
Carta de Flávio Bolsonaro usou brasão de 1889, com a inscrição “Estados Unidos do Brazil”.
A história inclui desde referências anteriores à colonização até o nome atual, “República Federativa do Brasil”, cuja adoção oficial foi formalizada em 1968.
O tema voltou na 4ª feira (28.out. 2026), depois de uma carta divulgada pelo senador e candidato derrotado à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) trazer, em sua 1ª versão, um brasão antigo com a inscrição “Estados Unidos do Brazil”.
Este nome foi substituído por “República Federativa do Brasil” em 1968. O documento foi corrigido minutos depois, passando a exibir o brasão atual.
O território que hoje forma o Brasil já era habitado por povos indígenas antes da chegada de Pedro Álvares Cabral, em 1500. Pindorama, palavra de origem tupi associada ao significado de “terra das palmeiras”, é uma das denominações relacionadas ao território brasileiro.
Antes mesmo de 1500, o nome “Brasil” e variantes como Bracir, Bracil, Brazille, Bersil, Braxili e Bresilge já apareciam em mapas europeus produzidos de 1351 a 1500.
Esses nomes designavam lugares míticos ainda não identificados com o território sul-americano, associados a uma ilha ou a até 3, dependendo do mapa. O nome, portanto, já circulava na Europa antes da chegada dos portugueses ao Brasil.
A consolidação oficial do termo “Brasil” aconteceu em 1512, quando apareceu pela 1ª vez em uma carta de Afonso de Albuquerque ao rei. A historiadora Laura de Mello e Souza situa sua consagração entre 1516, quando Dom Manuel investiu Cristóvão Jaques nas funções de “governador das partes do Brasil”, e 1530, quando Dom João III designou Martim Afonso de Sousa encarregado do governo da terra.
Flávio, sua mulher e as duas filhas adolescentes do casal fugiram do Brasil por se sentirem ameaçados por eventuais decisões do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.
A Polícia Federal expediu um pedido de apreensão do passaporte de Flávio só 7 minutos depois de o Tribunal Superior Eleitoral ter declarado o resultado da eleição presidencial, às 21h09 de 25 de outubro de 2026 –o vencedor foi Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que teve 64.
256. 232 votos (51,79%) contra 59. 826. 041 votos (48,21%) de Flávio. O magistrado avalizou o pedido da PF para apreender os documentos de Flávio e proibi-lo de sair do país.
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