Ela disse que presenciou crime eleitoral ao chegar para votar em escola do Bairro Maria Aparecida Pedrossian.
A professora Lizandra Allaman denunciou ao Pardal, aplicativo que recebe relatos de crimes eleitorais, um policial militar que teria colocado a cabeça para fora de uma viatura e abordado dois jovens para falar sobre o número de urna do candidato escolhido neste segundo turno das eleições.
22 hoje, né! 22", disse o policial, segundo a eleitora. O possível crime eleitoral ocorreu na Rua Minerva, quase esquina com a Rua Ponta Grossa, na lateral da Escola Estadual Dr.
Era por volta de 10h deste domingo (25). Lizandra não conseguiu filmar o momento e nem fotografar a viatura porque havia acabado de chegar para votar e estava estacionando a moto.
Havia dois policiais fardados dentro da viatura e os dois jovens abordados eram um casal, ela detalha. Em seguida, os agentes de segurança seguiram em ronda no veículo.
A professora gravou um vídeo contando o caso, postou em suas redes sociais e enviou ao Direito das Ruas. "O carro da polícia que deveria estar aqui para preservar a ordem, estava assediando jovens", ela diz.
Se confirmada, a prática pode configurar boca de urna ou outro crime eleitoral. À reportagem, ela defendeu que a denúncia não tem viés político e é questão de cidadania.
Independentemente de minha preferência política, eu denunciaria!!! O correto é o correto", diz.
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