Segundo ela, o cenário ficou mais complexo a partir de 2020, “com a pandemia, a guerra na Ucrânia e as tensões no Golfo Pérsico, que provocaram disrupções na cadeia global de fornecedores”, destacou.
Ela afirmou que para aprovar projetos, a Petrobras trabalha com três cenários de preço, incluindo um “desafiador” e outro de “estresse”, pelos quais todos os projetos precisam passar.
Ainda assim, ela avalia que as ferramentas tradicionais deixaram de ser suficientes diante da nova dinâmica do setor.
No que a Petrobras gasta? Estatal abre leque, mas petróleo segue no centro da tese.
Banco mapeou as principais frentes que podem disputar a alocação de capital da estatal.
Entre as mudanças, a executiva destacou a simplificação e a padronização de projetos para reduzir custos e aumentar a viabilidade, com exemplos de cortes em estruturas e revisões de escopo.
Ela também relatou um movimento para aproximar a estatal do mercado fornecedor e reforçar conteúdo local por estratégia – “não porque sou nacionalista”, – para reduzir vulnerabilidades quando há rupturas logísticas no mundo.
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