Relembre alguns aumentos de impostos.
- alta na tributação de fundos exclusivos (alta renda) e das "offshores" (exterior).
- mudanças na tributação de incentivos (subvenções) concedidos por estados.
- aumento de impostos sobre combustíveis feitos em 2023 e mantido desde então.
- reoneração gradual da folha de pagamentos.
- fim de benefícios para o setor de eventos (Perse).
- aumento do IOF sobre crédito e câmbio.
- alta na tributação dos juros sobre capital próprio.
- De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central.
- Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões.
- Na prática, portanto, a previsão é que o governo tenha um rombo de R$ 23,3 bilhões nos cofres públicos em 2026 – mesmo que, para o cálculo oficial da meta, apresente um resultado positivo.
- Se os números se confirmarem, as contas do governo devem ficar negativas durante todo o terceiro mandato do presidente Lula.
De acordo com o técnico da Receita Federal, o governo terá de encontrar outra fonte de recursos para bancar a ampliação da faixa de isenção do IR neste ano - algo que será detalhado no relatório de orçamento que será divulgado na próxima quinta-feira (24).
Assim como nos últimos anos, o governo espera contar com o aumento da arrecadação para tentar atingir a meta para as suas contas em 2026.
Em números
- Arrecadação federal soma R$ 235 bilhões em agosto, recorde para o mês
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