A vida, a memória, a ancestralidade e as experiências de um artista negro, baiano e nordestino atravessam VANGUARDAH, novo álbum de VANDAL. Pioneiro do Grime e do Drill no Brasil, o rapper de Salvador reúne dez faixas em que Rap, Samba- Reggae, Pagodão Baiano e música afro-sinfônica se encontram para construir um retrato da Bahia atual a partir de suas próprias vivências.
O álbum marca uma ampliação da pesquisa musical que acompanha a trajetória de VANDAL. O projeto nasceu do diálogo entre referências globais do Hip Hop e sonoridades diretamente ligadas às ruas de Salvador e às festas populares, além das experiências que moldaram o artista.
Religiosidade, memória, afetos, perdas, pertencimento, ancestralidade e urgência aparecem ao longo das faixas, costurando diferentes dimensões da experiência de estar vivo e transformar sua existência em criação.
A expansão de linguagem ganhou força a partir do encontro com o produtor Tiago Simões. Ideias que antes surgiam principalmente nos palcos passaram a ser desenvolvidas de forma mais aprofundada no estúdio, abrindo espaço para novas possibilidades de arranjo e composição.
O projeto cresceu ainda com a chegada de Russo Passapusso, responsável pela direção musical do álbum, que aproximou VANDAL do maestro Ubiratan Marques e da Orquestra Afrosinfônica.
A construção do disco também reflete esse caráter de encontro. Em vez de formar previamente uma equipe de colaboradores, VANDAL viu as participações surgirem organicamente durante o processo de criação.
Além do líder do BaianaSystem, o material conta com Josyara, Giovanni Cidreira, Liz Reis, Lívia Nery, SUHHH, Hiran, DJ KL Jay, e os músicos Paulo Pitta e Colibri.
VANDAL lançou seu novo álbum, VANGUARDAH A sonoridade de VANGUARDAH, no entanto, parte de um território que acompanha VANDAL desde o início de sua trajetória. Embora o artista tenha ajudado a expandir no Brasil linguagens como Grime e Drill, suas referências também estão profundamente ligadas às manifestações culturais de Salvador.
É desse cruzamento entre o global e o local que surge a identidade do álbum, que transforma diferentes matrizes sonoras em uma narrativa sobre a Bahia. No centro de tudo está a vida, que, para VANDAL, reúne as diferentes camadas do trabalho de estúdio e dá sentido às experiências transformadas em música.
Em nota para a imprensa, ele comentou: O grande mote desse disco é a vida. Respirar, entender que estou vivo e transformar isso em música. Eu perdi muitas pessoas ao longo do caminho e isso me faz sentir que preciso colocar todas as minhas ideias no mundo enquanto tenho tempo." Ouça VANGUARDAH logo abaixo.
https://open.spotify.com/intl-pt/album/2gh6ojsYh7K7xpw3vhDiiN?si=5KviifeBQWSnIhca6I_nYA&nd=1&dlsi=97748386f1804e59.
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