Baterista aborda suas influências de jazz e de música latina, além da preparação física que seu estilo intenso de tocar exige.
Guilherme Gonçalves (@guiiilherme_agb).
Com o lançamento de seu documentário — Travis Barker: Louder Than Fear, agora disponível no Disney+ e Hulu —, Travis Barker concedeu uma longa entrevista abordando vários temas e acontecimentos de sua carreira.
Entre os diversos tópicos abordados no Popcast, podcast do jornal The New York Times, o baterista do Blink-182 explicou detalhadamente como seu modo de tocar bateria se tornou uma espécie de “arma secreta” no som da banda.
Quando Barker ingressou no Blink-182 no final dos anos 1990, a estrutura musical da banda era construída sobre bases simples criadas pelo guitarrista Tom DeLonge e pelo baixista Mark Hoppus.
Barker relembrou como a dinâmica de composição no estúdio dependia diretamente de sua capacidade de dar uma nova dimensão a essas melodias.
Ele comentou (transcrição via Music Radar).
Como exemplo prático dessa alquimia, Barker citou a faixa “Dysentery Gary”, presente no álbum Enema of the State (1999). Ele destacou o pré-refrão da canção, no qual a bateria abandona a batida tradicional de punk rock para mergulhar em uma levada diferente.
A versatilidade — e as lesões — de Travis Barker.
Essa versatilidade, segundo ele, não veio por acaso. É fruto de uma combinação de fatores, explica Barker.
O estilo de Barker também é reconhecido pela intensidade e pelo dinamismo no palco. No entanto, exigir tanto do próprio corpo deixa marcas. Questionado se todas as lesões e ferimentos ao longo das décadas valeram a pena, ele disse.
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E. M.) grava música com baterista do Blink-182; ouça.
Fontes
Informação baseada em material público de Rolling Stone Brasil, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.