Levantamento do perfil Cinema Occupy expõe virada histórica na indústria, com produtora independente superando gigantes tradicionais e streamers zerados nas salas de exibição.
O mercado cinematográfico em 2026 tem sido marcado por reestruturações profundas, quebra de recordes e uma mudança significativa no equilíbrio de forças entre os gigantes de Hollywood.
Para mapear o cenário atual da indústria, o Cinema Occupy elaborou um levantamento com os estúdios de cinema que mais faturaram nas bilheterias dos Estados Unidos e Canadá até o dia 11 de agosto.
A lista escancara o contraste entre o modelo tradicional das salas de exibição e a força das novas plataformas do setor.
No topo, destacam-se distribuidoras que apostaram forte no circuito comercial, alcançando cifras bilionárias. Ao mesmo tempo, os resultados nas salas evidenciam mudanças surpreendentes na hierarquia clássica de Hollywood, ampliando a percepção de distância entre o poder financeiro das empresas e o desempenho real de seus lançamentos.
Na parte inferior da tabela, aparecem companhias que operam fora do circuito dos grandes complexos de cinema ou que priorizam outros modelos de negócio. Fora do top 10, ficaram gigantes de tecnologia como Apple Original Films (17º) e Netflix (9º) que, apesar de valerem trilhões de dólares, encerraram o período sem qualquer arrecadação nos cinemas norte-americanos, por concentrarem a estratégia no streaming.
Já no nicho do cinema de arte e da exibição independente, figuram nomes como MUBI (16º), IFC Films (15º), Searchlight (14º, com números contabilizados no total da Disney), Bleecker Street (13º), Neon (12º) e Angel Studios (11º).
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Fontes
Informação baseada em material público de Rolling Stone Brasil, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.