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Nostálgico: site transforma serviços de streaming em visita à locadora; experimente

Criadora de conteúdo Laura Tuttman relembrou sua experiência com aluguel físico de títulos ao explicar o funcionamento da plataforma BingeBrowse

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Crédito: reprodução Para muita gente em um passado recente, escolher um filme para o final de semana era parte do programa e não apenas uma etapa antes de apertar o botão “play”.

Quem cresceu entre os anos 1980 e 2000 deve se lembrar de sair da escola na sexta-feira e ir até a locadora de filmes para percorrer os corredores e olhar as capas, decidindo qual título acompanharia os próximos dias.

A proposta é do BingeBrowse, nome atual do serviço que anteriormente se chamava BingeBuster. Em vez de organizar os filmes em listas e fileiras de miniaturas, como fazem os formatos tradicionais de streaming, o site cria uma espécie de locadora virtual em 3D, na qual o usuário pode percorrer corredores e observar as capas dos títulos disponíveis.

A lógica é simples: o usuário informa sua região e seleciona os serviços de streaming que utiliza. A partir daí, os catálogos são apresentados dentro do ambiente virtual da loja.

É possível explorar gêneros, observar as capas, abrir um título para consultar informações e, quando disponível, seguir para o serviço responsável pelo conteúdo.

Isso significa que o BingeBrowse não é um novo serviço de streaming e não oferece os filmes diretamente. Ele funciona como uma interface de descoberta, com a plataforma reorganizando visualmente os títulos e encaminhando o usuário para onde a produção pode ser assistida.

O projeto também tem um elemento que remete diretamente ao funcionamento de uma locadora, já que o recurso chamado Restock permite renovar os títulos expostos nas prateleiras e continuar explorando outras opções.

A diferença está na maneira de procurar pelos filmes no streaming.

A ideia chama atenção porque recupera uma experiência que desapareceu com a digitalização do aluguel de filmes. Nos serviços de streaming, a escolha costuma acontecer por meio de mecanismos de busca, listas, recomendações e fileiras de títulos.

No BingeBrowse, o usuário pode simplesmente andar pela loja e descobrir alguma coisa. É aí que a memória compartilhada por Laura ganha importância. Na legenda da publicação, ela descreve justamente o prazer de ir à locadora para escolhê-los.

A ida à loja fazia parte do programa do final de semana uma experiência compartilhada com os pais ou amigos depois de uma semana de escola, e o BingeBrowse tenta reproduzir essa camada da experiência.

Dá para usar o BingeBrowse pelo celular.

Sim! O site funciona também no navegador do celular. Vai testar por aí.

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