Conhecida pelo trabalho à frente da Venere Vai Venus, a vocalista Lua Dultra inaugurou nova etapa de sua trajetória musical com o lançamento de eternamente, seu primeiro álbum solo.
Com oito faixas, o disco expande o universo sonoro da artista e abre espaço para experimentações que vão além da linguagem associada à banda, revelando outras possibilidades de sua identidade artística.
Entre o Pop alternativo e o experimental, o álbum incorporou elementos do Blues, Rockabilly e piano, em uma proposta que privilegia a liberdade de criação. Diferentemente do trabalho desenvolvido na Venere Vai Venus, cuja sonoridade está fortemente ligada ao Rock, o projeto solo permite que Lua explore outras referências e construa uma expressão musical mais ampla, sem se restringir às fronteiras de um único gênero.
A concepção de eternamente está ligada a um período delicado da vida da cantora. As composições surgiram em meio a uma fase sombria, quando a experimentação musical se tornou parte de um processo de elaboração pessoal.
Nesse contexto, criar novas sonoridades foi uma escolha estética e maneira de compreender os próprios sentimentos e encontrar caminhos para expressá-los. Em nota, Lua afirmou: Eu fiz essas músicas em um período sombrio da minha vida.
Criar foi uma forma de experimentar coisas novas e também de entender o que eu queria dizer naquele momento. No projeto solo, eu encontrei uma liberdade que me permitiu explorar sonoridades além do rock e descobrir outros lados da minha identidade como artista.” Lua Dultra disponibilizou seu primeiro disco solo nas plataformas digitais A dimensão pessoal também se manifestou no título do álbum, que sintetiza uma reflexão de Lua sobre o tempo e a permanência.
Diante da impossibilidade de controlar a passagem dos dias, a cantora encontrou na música uma possibilidade de construir algo capaz de atravessar o presente e continuar existindo para além dele: O eterno é a coisa que eu mais busco na vida por entender que não posso controlar o tempo.
Acho interessante pensar na música como uma forma de deixar alguma coisa que permaneça, mesmo quando o tempo continua passando.” Ouça eternamente logo abaixo! https://open.spotify.com/intl-pt/album/4dRv2T66HvBySs37ciShUi.
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Eu fiz essas músicas em um período sombrio da minha vida. Criar foi uma forma de experimentar coisas novas e também de entender o que eu queria dizer naquele momento.
No projeto solo, eu encontrei uma liberdade que me permitiu explorar sonoridades além do rock e descobrir outros lados da minha identidade como artista.”.
Lua Dultra disponibilizou seu primeiro disco solo nas plataformas digitais.
A dimensão pessoal também se manifestou no título do álbum, que sintetiza uma reflexão de Lua sobre o tempo e a permanência. Diante da impossibilidade de controlar a passagem dos dias, a cantora encontrou na música uma possibilidade de construir algo capaz de atravessar o presente e continuar existindo para além dele.
O eterno é a coisa que eu mais busco na vida por entender que não posso controlar o tempo. Acho interessante pensar na música como uma forma de deixar alguma coisa que permaneça, mesmo quando o tempo continua passando.”.
Explorando as contradições e a diversidade ideológica.
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