Entenda como são as minas navais usadas pelo Irã no Estreito de Ormuz.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que todas as minas navais que o Irã havia colocado no Estreito de Ormuz foram detonadas pela Marinha norte-americana.
Em um post na rede Truth Social nesta terça-feira (25), Trump disse que Washington está monitorando, através de satélite, toda a região da rota marítima para coibir a instalação de novas bombas e que irá atacar qualquer embarcação que tentar fazer isso.
Acabei de ser informado pela Marinha dos Estados Unidos que todas as minas foram removidas e/ou detonadas nas águas internacionais do Estreito de Ormuz. O Irã foi notificado de que qualquer navio ou embarcação que colocar novas minas será imediata e sistematicamente destruído.
Através da Força Espacial, estamos monitorando cada centímetro quadrado do Estreito, assim como fazemos com a Montanha Pickaxe e os outros três locais nucleares já destruídos.
Há uma política de tolerância zero para a colocação de minas em pleno vigor", escreveu.
O Irã ainda não havia se manifestado sobre a declaração de Trump até a última atualização desta reportagem.
Mais cedo, em outra postagem, Trump afirmou que Teerã segue executando manifestantes contrários ao regime e falou que o país vive uma "crise humanitária" que precisa ser parada.
A República Islâmica do Irã, em crise, não está pagando grandes contingentes de suas Forças Armadas. Ao mesmo tempo, mata manifestantes, mesmo quando não estão protestando, em níveis nunca antes vistos.
É uma crise humanitária de proporções épicas e precisa ser interrompida agora.
Governo Trump não descarta novos ataques Irã.
EUA ameaçam agir contra países com relação com Irã.
Um dia antes, nesta segunda-feira (24), o Secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, afirmou que o governo americano não descarta o uso de força militar contra o Irã.
A declaração foi feita no mesmo momento em que Washington lançou um "Dia D econômico" contra Teerã e parece deixar de lado os ataques, ao menos temporariamente, para sufocar financeiramente o país.
De forma alguma descartamos o uso de ataques cinéticos em qualquer ponto do Estreito de Ormuz ou nos arredores do Irã", disse Hegseth a repórteres, acrescentando que o Irã não conseguiria suportar a pressão econômica a que estava sendo submetido.
Na segunda, os Estados Unidos anunciaram uma nova leva de sanções a Teerã, ameaçaram países que realizem transações econômicas com o regime iraniano e lançaram uma campanha para que líderes mundiais rompam com o país persa.
Fontes
Informação baseada em material público de G1 Mundo, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.