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Corumbá - MS | Quinta-feira, 29 de outubro de 2026 | 20:40

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Trump administration attempts to take down leak of ICE personnel data

Uma empresa de internet islandesa, FlokiNET, defendeu a publicação dos dados como atendendo a um interesse público 'legítimo'.

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On Thursday, the Icelandic company FlokiNET posted a letter it received from the cybersecurity firm ZeroFox, on behalf of DHS.

The letter accused FlokiNET of violating its terms of service by publishing a “stolen” employee dataset and asked it to “remove or disable” the information.

FlokiNET afirmou que a carta se referia a um domínio, icepi.cx, que compilou informações sobre funcionários de diversas agências do DHS, incluindo Immigration and Customs Enforcement (ICE) e Customs and Border Protection (CBP).

Those agencies have come under intense scrutiny since the start of President Donald Trump’s mass deportation campaign in 2025.

But the Trump administration has often refused to identify DHS agents involved in specific operations, citing safety risks.

Embora a FlokiNET tenha declarado que recusou cumprir com o pedido do DHS, ela observou que o registrador do site acabou suspender o domínio. As informações dos funcionários já foram transferidas para um domínio diferente.

In a statement posted online, FlokiNET defended its decision not to remove the site.

The database was first posted online on Wednesday by Distributed Denial of Secrets (DDoSecrets), a group that showcases leaked government data.

In the past, DDoSecrets has released emails from convicted sex offender Jeffrey Epstein, as well as information from the Israeli Ministry of Justice and police departments in the US.

A hacker group calling itself the “Department of Peace” has claimed responsibility for obtaining and sharing the DHS data.

Desde que a base de dados foi publicada pela primeira vez, outros grupos espalharam as informações em outros lugares, incluindo sites como icepi.cx. Como resultado, é improvável que as informações sejam totalmente apagadas da internet.

No entanto, a administração Trump adotou uma abordagem agressiva em relação às plataformas online que supostamente contêm informações sobre funcionários do ICE e outros agentes envolvidos em operações de imigração.

Last year, for instance, the US Department of Justice pressured tech giants like Apple to remove apps that track ICE agents, including one called ICEBlock.

A medida provocou reação negativa de democratas e defensores da liberdade de expressão, que argumentaram que o público tem direito a relatar os movimentos da ICE.

Immigration agents, meanwhile, have taken several steps to conceal their identities during operations, including wearing face masks or street clothes.

That lack of transparency has spurred criticism from human rights groups and immigration advocates, who argue that they have little recourse to pursue allegations of excessive force or impropriety during ICE raids.

Desde que Trump tomou posse para um segundo mandato, pelo menos 25 pessoas foram atingidas por tiros de agentes de imigração. Seis dessas investidas resultaram em mortes.

Other cases have involved alleged violations of civil liberties – including unlawful arrests and racial profiling – as well as controversial tactics like car ramming and tackling.

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