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OMS: casos confirmados da varíola mpox subiram para oito na Guiné-Bissau

Notificação do último caso ocorreu na quarta-feira; capital do país e região de Biombo são o epicentro das infeções; epidemia causada pelo vírus também conhecid

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OMS: casos confirmados da varíola mpox subiram para oito na Guiné-Bissau

Notificação do último caso ocorreu na quarta-feira; capital do país e região de Biombo são o epicentro das infeções; epidemia causada pelo vírus também conhecido por varíola dos macacos foi declarada pelas autoridades sanitárias em julho.

A Organização Mundial da Saúde, OMS destacou profissionais no terreno para apoiarem os esforços em curso para conter a propagação da epidemia da varíola dos macacos, conhecida como mpox, com oito casos já confirmados e 47 suspeitos na Guiné-Bissau.

O anúncio foi feito seis semanas após ter sido confirmada a primeira notificação, há seis semanas, pelas autoridades sanitárias.

Até ao momento, não houve mortes relacionadas à doença e não há registro de infeções em crianças. Foram rastreados 110 casos de contato, 51% dos quais já completaram o ciclo de seguimento.

O acompanhamento dos casos continua em curso.

Em conversa com a ONU News, em Bissau, o representante da OMS no país, Walter Kazadi Mulombo, disse que os primeiros casos foram curados. Ele alertou sobre crianças, grávidas e pessoas que vivem com o VIH não controlado e outras doenças como grupos de alto risco a casos severos.

Segundo o chefe da OMS na Guiné-Bissau, os grupos afetados estão na faixa etária de 18 a 34 anos. A maioria são homens. Não há registro de casos severos, mas continuam a monitorar a situação.

A agência dá conta que o vírus com a transmissão ocorrida por contato direto entre humanos e de homem ao animal e animal ao homem é, em muitos casos, curável espontaneamente.

O mpox é muito contagioso e a prevenção requer a participação de todos.

Formas graves da doença incluem casos com infeção da pele que pode invadir o sangue, alcançar o cérebro, os pulmões e o coração, podendo levar à morte. O período de incubação do vai de dois a 21 dias e os sintomas podem durar de duas a quatro semanas, explica o epidemiologista.

O especialista destaca que os principais sintomas são erupção cutânea, que começa geralmente ao nível da cara, mas pode ser também na palma das mãos ou na pata dos pés, mas pode se generalizar a todo o corpo.

São lesões cutâneas que começam como vesículas estoiram, surgem ferimentos e se secam, formam cascas que vão cair e a pele vai reconstituir-se, ficando assim curada a doença, acrescentou Kazadi Mulombo.

Para ele, é importante monitorar os grupos vulneráveis e o pessoal de saúde que lida com a doença.

As medidas de prevenção são universais: lavar as mãos com água e sabão ou utilizar solução hidro alcoólica, evitar contatos com pessoas que apresentem sintomas, desinfetar a superfície tocada pelas pessoas infetadas e não manipular as roupas dos doentes do mpox.

De lembrar que a epidemia foi declarada pelo Ministério de Saúde na primeira semana de julho e todos os casos concentram-se no noroeste do país em duas das 11 regiões sanitárias.

*Amatijane Candé é o correspondente da ONU News na Guiné-Bissau.

Agência ressalta melhorias significativas na organização em nível global; desenvolvimento é desigual e permanece frágil; comunicado alerta que investimento contínuo e solidariedade internacional são essenciais.

Fortes colheitas, reforço de rendimentos rurais e aumento do consumo privado contribuíram para um crescimento de 5,8% do PIB real; no entanto, o investimento contido, a incerteza política e os impactos do conflito no Oriente Médio deverão abrandar o crescimento, afirma o Banco Mundial.

Em números

  • Foram rastreados 110 casos de contato, 51% dos quais já completaram o ciclo

Fontes

Informação baseada em material público de ONU News, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

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