O Nobel da Paz de 2026 será anunciado nesta sexta (9), em Oslo, pelo Comitê Norueguês do Nobel, acrescentando mais um nome à lista que há mais de um século reúne dissidentes, líderes políticos, ativistas e arquitetos de acordos históricos.
- María Corina Machado (Venezuela) | 2025.
- Malala Yousafzai (Paquistão) | 2014.
- Yasser Arafat, Yitzhak Rabin e Shimon Peres (Palestina e Israel) | 1994.
- Nelson Mandela e Frederik Willem de Klerk (África do Sul) | 1993.
- Mikhail Gorbachev (União Soviética) | 1990.
A láurea, porém, nem sempre antecipa o destino de quem a recebe: enquanto alguns vencedores transformaram o prestígio do prêmio em triunfo político ou ampliaram sua influência, outros acabaram associados, anos depois, a guerras e controvérsias que colocaram em xeque a própria escolha do comitê.
María Corina Machado (Venezuela) | 2025.
María Corina Machado recebeu o prêmio por sua atuação contra o regime de Nicolás Maduro na Venezuela. O comitê destacou seu trabalho pela defesa dos direitos democráticos e, em especial, sua busca por uma "transição justa e pacífica da ditadura para a democracia.
Àquela altura, a líder opositora vivia escondida havia meses, depois da repressão que se seguiu à eleição presidencial de 2024, cujo resultado anunciado pelo chavismo ela parte importante da comunidade internacional denunciaram como fraudulento.
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