É uma das medidas mais significativas de fornecimento de armas defensivas a Kiev desde o início do governo Donald Trump.
A decisão ocorre em meio à deterioração da relação entre Trump e Volodimir Zelenski. Em março de 2025, Trump suspendeu temporariamente ajuda militar e compartilhamento de inteligência com a Ucrânia, incluindo dados usados para detectar lançamentos de mísseis russos, enquanto pressionava Kiev por um acordo com Moscou.
Neste ano, a Ucrânia também sofreu restrições ao Starlink, usado por suas tropas para comunicações e operações com drones, e relatou interrupções nos alertas americanos sobre ataques russos.
As medidas ampliaram a dependência de Kiev de seus aliados europeus justamente quando a Rússia intensifica os ataques.
O programa utiliza doações de países aliados para comprar armas, serviços e treinamento para a Ucrânia, com o objetivo de apoiar sua autodefesa após a invasão russa, segundo o site do Pentágono.
A Ucrânia afirma há meses que precisa urgentemente de mais interceptadores para derrubar as crescentes ondas de mísseis lançadas pelas forças russas contra o país.
O sistema Patriot é considerado a arma mais eficaz para interceptar mísseis balísticos de alta velocidade.
Em números
- EUA aprovam venda de 500 mísseis Patriot à Ucrânia por US$ 2,1 bilhões
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