Porta-aviões dos EUA começa retorno após nove meses no Oriente Médio para guerra no Irã.
O chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, Mohsen Rezaei, afirmou neste domingo (23) que Teerã considerará um “ato de guerra” o apoio de qualquer país às novas medidas econômicas dos Estados Unidos contra o país.
Rezaei publicou a declaração no X. Ele também afirmou, em entrevista à televisão estatal exibida no sábado (22), que o Irã dará uma resposta “sísmica” caso o presidente americano, Donald Trump, tome alguma medida contra Teerã.
Segundo ele, o Irã poderia atacar outras rotas de transporte de petróleo no Golfo Pérsico, como alternativa ao Estreito de Ormuz.
Se a guerra econômica continuar, nem uma única gota de petróleo será exportada, seja pelo Estreito de Ormuz ou por qualquer outro ponto do Golfo Pérsico. O Irã considerará como um ato de guerra a participação ou o apoio de qualquer país à guerra econômica dos Estados Unidos contra o povo iraniano", disse na publicação.
Ex-comandante da Guarda Revolucionária, Rezaei assumiu o comando do Conselho Supremo de Segurança Nacional neste mês. Ele também é assessor militar do líder supremo do Irã, aiatolá Mojtaba Khamenei.
O presidente iraniano, Chefe de segurança do Irã ameaça países que apoiarem sanções dos EUA, defendeu neste domingo um memorando de entendimento assinado com os Estados Unidos em junho.
Segundo Pezeshkian, o acordo é a melhor forma de superar a situação de “nem guerra, nem paz” entre os dois países. Ele afirmou que o cenário atual também dificulta a atração de investimentos para o Irã.
O memorando estabeleceu um prazo de 60 dias para negociações sobre o fim da guerra e o programa nuclear iraniano.
O prazo terminou na semana passada sem um acordo ou sinais de que as negociações seriam prorrogadas.
Fontes
Informação baseada em material público de G1 Mundo, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.