Ir para o conteúdo
Mundo Revisado por ULTRA AI

Caças da Otan derrubam drone no espaço aéreo da Letônia

Autoridades letãs abrem apuração sobre a origem do aparelho abatido

2 min de leitura
Mundo — imagem padrão

Caças da Otan derrubaram um drone que entrou no espaço aéreo da Letônia, informaram nesta sexta-feira (14) o Ministério da Defesa do país e a Aliança Atlântica.

A vizinha Finlândia também impôs restrições temporárias ao tráfego aéreo e marítimo como medida preventiva, informaram as Forças Armadas.

Os caças (da Otan) conseguiram derrubar um avião não tripulado estrangeiro que havia entrado na Letônia", escreveu o ministério letão na rede social X, após uma primeira informação das Forças Armadas da república báltica.

A Aliança Atlântica indicou, por sua vez, que um caça italiano, sob seu comando, derrubou um drone, mas não especificou a origem do aparelho.

Uma investigação está em curso e a Otan está em contato estreito com as autoridades letãs", afirmou a porta-voz Allison Hart.

A interceptação acontece em um momento de crescente preocupação na Europa com as atividades de drones vinculados à guerra entre Rússia e Ucrânia.

Receba no seu email uma seleção semanal com o que de mais importante aconteceu no mundo.

Por sua vez, a Rússia anunciou que derrubou 54 drones ucranianos na região de Leningrado e relatou um incêndio no porto de Ust-Luga após o ataque.

A Letônia fica aproximadamente na metade do caminho entre a Ucrânia e São Petersburgo.

Na segunda-feira, aviões franceses que atuam na missão de vigilância da Otan no Báltico derrubaram outro drone na Letônia, a primeira interceptação do tipo no país.

Na semana passada, as autoridades da Alemanha anunciaram que encontraram um drone carregado com explosivos no aeroporto de Leipzig (leste).

Fontes

Informação baseada em material público de Folha Mundo, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • Folha Mundolink

Leia também

Mais em Mundo
Mundo — imagem padrão
Mundo

DRC’s constitutional battle: The fight over the 2028 vote

In May, Tshisekedi said he had not sought a third term but would accept one if the Congolese people wanted him to continue. The remarks revived opposition fears that constitutional reform could eventually open a path bey

Em Mundo