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Mato Grosso do Sul Revisado por ULTRA AI

Rota Bioceânica aparece em 6 dos 8 planos de governo de candidatos em MS

g1 analisou as propostas dos candidatos ao governo de Mato Grosso do Sul nas Eleições de 2026 e reuniu os planos para a Rota Bioceânica, que terá o estado como

4 min de leitura
Rota Bioceânica aparece em 6 dos 8 planos de governo de candidatos em MS

Dos oito planos de governo protocolados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entre os candidatos a governador de Mato Grosso do Sul nas Eleições de 2026, seis citam propostas relacionadas à Rota Bioceânica.

Algumas promessas se encontram em ideais, já outras se distanciam. Assista ao vídeo acima.

Apenas os candidatos Daniel Lemes (PCO) e Jeferson Bezerra (Agir) não mencionam a Rota Bioceânica em seus planos de governo. O corredor logístico deve ampliar a conexão do Brasil, por meio de Mato Grosso do Sul com outros países da América do Sul.

🔎 Com mais de 2,4 mil quilômetros de extensão, a Rota Bioceânica é um corredor rodoviário internacional que conectará os oceanos Atlântico e Pacífico por meio de rodovias do Brasil, Paraguai, Argentina e Chile.

🔎 🔎 O principal objetivo do projeto é reduzir o tempo e os custos do transporte de cargas entre os países do Mercosul e os mercados asiáticos. Um dos principais símbolos da rota é a Ponte Internacional da Rota Bioceânica, que ligará Porto Murtinho (MS) à cidade paraguaia de Carmelo Peralta.

A estrutura terá 1. 294 metros de extensão e 20,10 metros de largura.

Veja abaixo o que os candidatos dizem nos planos de governo.

Delcídio do Amaral concentra sua proposta no protagonismo do governo estadual para viabilizar as estruturas necessárias à operação da Rota e ampliar seus benefícios econômicos para Mato Grosso do Sul.

A proposta, segundo o plano, busca ativar o corredor logístico internacional de conexão com o Oceano Pacífico.

Em seu plano de governo, o economista defende uma “Promoção Internacional pela Rota Bioceânica” como estratégia para atrair turistas estrangeiros.

Ao frisar que os principais investimentos em infraestrutura são de responsabilidade federal, ele defende que Mato Grosso do Sul concentre esforços na promoção internacional do estado, com ações voltadas aos mercados andino, paraguaio e asiático.

No plano de governo, o atual governador de Mato Grosso do Sul e candidato à reeleição, Eduardo Riedel (PP), trata a Rota Bioceânica como um ativo “consolidado” de sua gestão.

Para Riedel, o projeto reforça a posição de Mato Grosso do Sul como uma “plataforma logística estratégica para o Brasil e para a integração sul-americana”. O candidato afirma que pretende inserir a Rota Bioceânica em uma matriz logística “intermodal”, ou seja, que integre diferentes meios de transporte, como hidrovias, ferrovias, rodovias e aeroportos.

Fábio Trad apresenta um diagnóstico crítico sobre o projeto e defende uma maior “articulação regional para aproveitar plenamente oportunidades estratégicas como a Rota Bioceânica”.

O candidato aponta a existência de um gargalo rodoviário na BR-060, entre Campo Grande e Porto Murtinho.

Segundo Trad, o trajeto atravessa municípios de baixa densidade populacional, como Nioaque, Guia Lopes da Laguna, Caracol e Jardim, além de Porto Murtinho. Ele compara a situação com o lado paraguaio, apontando que a comunidade de Isla Margarita, em Carmelo Peralta, já trata a Rota de forma estratégica e política.

Criar corredores industriais e centros de distribuição, além de atrair investimentos para a produção e exportação de produtos de maior valor agregado, em vez de commodities brutas;Duplicar rodovias e criar terceiras faixas em trechos federais considerados estratégicos, com destaque para a BR-060;Construir um hospital regional em Jardim, no trajeto da Rota, para descentralizar o atendimento de média e alta complexidade;Expandir o turismo na região, aproveitando a integração com Paraguai, Bolívia, Argentina e Chile.

João Henrique Catan propõe “transformar a Rota Bioceânica em instrumento de desenvolvimento dentro de Mato Grosso do Sul, e não apenas em corredor de passagem”.

Adequar a infraestrutura urbana, a mobilidade e os serviços públicos dos municípios do corredor às novas demandas de circulação de cargas e pessoas;Direcionar a formação técnica e profissional para as demandas de logística, comércio exterior, indústria e serviços;Ampliar a participação de pequenos e médios negócios sul-mato-grossenses nas cadeias de fornecimento e serviços geradas pela Rota;Criar sinalização e informação multilíngue e integrar os destinos turísticos dos municípios do corredor;Integrar as forças estaduais e federais em pontos considerados críticos da fronteira e da Rota Bioceânica.

O plano da Federação PSOL-REDE faz apenas uma menção à Rota Bioceânica. No trecho dedicado ao “apoio à reeleição de Lula”, o documento cita que o candidato pretende atuar na “divulgação das obras e programas federais do governo Lula direcionados a MS, como o avanço das ‘rotas bioceânicas’ e programas de moradia e saúde”.

Veja mais vídeos de Mato Grosso do Sul.

Em números

  • 🔎 Com mais de 2,4 mil quilômetros de extensão, a Rota Bioceânica é um c

Fontes

Informação baseada em material público de G1 MS, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

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