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Mato Grosso do Sul Revisado por ULTRA AI

MS teve 744 desaparecimentos em 2026, e famílias podem doar DNA em 15 cidades até sexta

Mato Grosso do Sul registrou 744 desaparecimentos em 2026. O estado abriu 15 pontos de coleta de DNA para auxiliar na identificação de pessoas e corpos não iden

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MS teve 744 desaparecimentos em 2026, e famílias podem doar DNA em 15 cidades até sexta

Mato Grosso do Sul registrou 744 desaparecimentos em 2026, com média de três casos por dia. O estado abriu 15 pontos de coleta de material genético de famílias de desaparecidos, em ação até sexta-feira (28).

A Mobilização Nacional de Coleta de DNA é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. A coleta é feita em parentes de primeiro grau e o perfil genético é comparado continuamente com amostras de pessoas e corpos não identificados.

Objetos pessoais do desaparecido, como escova de dentes e cabelo, também podem ser usados para coleta de DNA. A coleta de DNA continua disponível o ano inteiro nas unidades da Polícia Científica do estado, mesmo após o mutirão.

Mato Grosso do Sul registrou 744 desaparecimentos em 2026, segundo a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública. Em pouco menos de oito meses, isso dá uma média próxima de 93 por mês, ou cerca de três por dia.

É para esse cenário que o Estado abriu, nesta segunda-feira (24), 15 pontos de coleta de material genético de famílias que procuram alguém. A ação vai até sexta-feira (28) e integra a Mobilização Nacional de Coleta de DNA, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Em Campo Grande, o atendimento é feito no Instituto de Análises Laboratoriais Forenses, na Avenida Filinto Müller, 1. 530. Há postos também em Amambai, Aquidauana, Bataguassu, Corumbá, Costa Rica, Coxim, Dourados, Fátima do Sul, Jardim, Naviraí, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta Porã e Três Lagoas.

Como o DNA de quem ficou ajuda a achar quem sumiu A coleta é feita no parente, não no desaparecido. Podem doar familiares de primeiro grau: pai, mãe, filho, filha, irmão e irmã.

O procedimento é rápido e não dói. O perfil genético entra nos bancos estadual e nacional e passa a ser comparado de forma contínua com amostras de pessoas vivas sem identificação e de corpos ainda não identificados em qualquer lugar do país.

Quando aparece compatibilidade, a informação vai para a autoridade responsável pela investigação. O detalhe que importa é o "de forma contínua". A comparação não termina quando a semana do mutirão acaba.

O perfil fica no banco e continua sendo cruzado com cada nova amostra que entra. Objetos pessoais também servem Além do DNA dos parentes, a perícia trabalha com material biológico do próprio desaparecido, quando existe.

Escova de dentes de uso exclusivo, dente de leite guardado, lâmina de barbear e escova de cabelo com fios de raiz entram nessa conta. Famílias que guardaram algum desses objetos podem levar ao posto ou perguntar se o item serve.

A coleta não acaba na sexta Embora o mutirão concentre os atendimentos nesta semana, a coleta de DNA continua disponível o ano inteiro nas unidades da Polícia Científica em Mato Grosso do Sul.

A campanha serve para ampliar a divulgação e alcançar quem ainda não fez o cadastro genético. A ação é executada pela Sejusp, pela Polícia Civil e pela Polícia Científica.

Como participar Doação de DNA por famílias de pessoas desaparecidas QuandoDe segunda (24) a sexta-feira (28)Onde15 municípios de MS; na Capital, no IALF, Avenida Filinto Müller, 1.

530Quem doaParentes de primeiro grau: pai, mãe, filho, filha, irmão, irmãCustoGratuitoDepois da semanaA coleta continua o ano inteiro nas unidades da Polícia Científica + Os 15 municípios com posto de coletaCampo Grande, no Instituto de Análises Laboratoriais Forenses, na Avenida Filinto Müller, 1.

530. AmambaiAquidauanaBataguassuCorumbáCosta RicaCoximDouradosFátima do SulJardimNaviraíNova AndradinaParanaíbaPonta PorãTrês Lagoas+ Como é a coletaÉ rápida e não dói.

O material genético é recolhido do parente que comparece, e não do desaparecido. O perfil entra nos bancos estadual e nacional e passa a ser comparado continuamente com amostras de pessoas vivas sem identificação e de corpos ainda não identificados.

A comparação não acaba quando a semana acaba. Havendo compatibilidade, a informação vai para a autoridade responsável pela investigação.+ O que mais pode ajudar a períciaObjetos pessoais do desaparecido também servem, porque carregam material biológico dele próprio.

Informações divulgadas pela Sejusp-MS, Polícia Civil e Polícia Científica. Os endereços dos postos do interior não foram informados; procurar a unidade da Polícia Científica do município.

Como o DNA de quem ficou ajuda a achar quem sumiu.

O detalhe que importa é o “de forma contínua”. A comparação não termina quando a semana do mutirão acaba. O perfil fica no banco e continua sendo cruzado com cada nova amostra que entra.

Além do DNA dos parentes, a perícia trabalha com material biológico do próprio desaparecido, quando existe. Escova de dentes de uso exclusivo, dente de leite guardado, lâmina de barbear e escova de cabelo com fios de raiz entram nessa conta.

Campo Grande, no Instituto de Análises Laboratoriais Forenses, na Avenida Filinto Müller, 1. 530.

É rápida e não dói. O material genético é recolhido do parente que comparece, e não do desaparecido.

Escova de dentes de uso exclusivo, dente de leite guardado, lâmina de barbear, escova de cabelo com fios de raiz.

Se a família tem algum desses itens guardados, vale levar ou perguntar no posto se serve.

Bombeiros usam drone nas buscas por trabalhador desaparecido há três dias em fazenda de Três Lagoas.

Valdemir, de 47 anos, saiu para verificar uma caixa d'água na Fazenda Colosso, no distrito de Arapuá, e não foi mais visto. Ele não levou objetos pessoais.

Fontes

Informação baseada em material público de A Crítica, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

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